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SEGURAÇA PÚBLICA

Membros do Conselho de Segurança Pública do Tocantins ajustam calendário para revisar regimento interno

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O Conselho de Segurança Pública do Tocantins (Conesp/TO) realizou, nesta quinta-feira, 27, uma reunião ordinária no Centro Integrado de Comando e Controle (CICCE), em Palmas, para discutir temas relacionados à segurança pública do Estado. O encontro foi presidido pelo secretário executivo da Segurança Pública, Reginaldo de Menezes, que enfatizou a importância da participação dos órgãos estratégicos que têm competência para traçar planos eficazes para o combate à criminalidade e a promoção da transparência nas ações de segurança.

Durante a reunião, o principal ponto abordado foi a revisão da Resolução Conesp /TO nº 01, de 11 de setembro de 2019, que estabelece o Regimento Interno do Conselho. A atualização dessa resolução visa adequar o regimento às novas demandas e desafios da segurança pública, promovendo uma atuação mais eficiente e alinhada com as necessidades da sociedade tocantinense.

Durante a reunião, ficou acertado que duas reuniões acontecerão, respectivamente, nos dias 6 e 22 de maio, ocasião em que a Câmara Técnica de Modernização e Desenvolvimento das Instituições de Segurança Pública debaterá sobre o regimento. “Fica acordado que faremos essa revisão em três etapas. A primeira com levantamento e diagnóstico, depois um encontro para apresentação da proposta e discussão, um terceiro encontro com as propostas e deliberação e aí já teríamos um documento consolidado  para que seja aprovado em uma reunião ordinária do conselho”, explicou o secretário executivo do Conesp, delegado Ricardo Real.

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Representando a Polícia Militar, o subchefe do Estado Maior, coronel Marizon Marques, reforçou a importância das Câmaras Técnicas. “Elas têm um papel muito importante porque é nas câmaras que  vai se trabalhar de forma técnica o que vai sair do papel de forma prática. Para isso, o ideal é que tenhamos  reuniões programadas, com debates e encaminhamentos para que essas ideias se transformem em ações práticas e de apoio a nossa população”, disse o coronel.

Quem também comentou sobre a função das câmaras técnicas foi Alisson dos Santos, representante do  Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO). “A câmara técnica é muito importante porque antecipa assuntos que posteriormente devem ser trazidos  à plenária, assim evitamos de usar esse espaço para um debate inicial”, reforçou.

Ainda na ocasião, o representante das Associações Comunitárias de Moradores, Mário Pinto, aproveitou para informar sobre sua eleição como presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) da região das Arnes, em Palmas, lembrando que um dos papéis do Conesp é apoiar a articulação dos Conselhos Comunitários de Segurança.

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Conesp

O Conselho de Segurança é órgão colegiado permanente com função consultiva, sugestiva e de acompanhamento social das atividades de segurança pública e defesa social.

Dentre outras coisas o Conesp tem a função de propor diretrizes para as políticas públicas de segurança e defesa social, com vistas à prevenção da violência e repressão qualificada da criminalidade;  estimular a atuação intersetorial da Política Estadual de Segurança Pública; propor projetos e ações para segurança pública estadual;

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TOCANTINS

Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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