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Exposição “Antropogênico” segue até dia 14 de janeiro no Palácio Araguaia com entrada gratuita

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O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), apresenta a exposição “Antropogênico”, do artista Daniel Taveira, realizada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), via Edital nº 22/2024. As obras, expostas no hall do Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, em Palmas, exploram o surrealismo e a estética distópica para discutir os impactos das mudanças climáticas e a urgência da preservação ambiental.

A mostra reúne fotografias produzidas no Tocantins e em outros cenários, construindo narrativas visuais que dialogam com a fragilidade da natureza, os efeitos das ações humanas e os desafios ambientais contemporâneos. O público é convidado a uma experiência de introspecção e consciência ecológica. A exposição está aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Após o período em Palmas, as imagens seguem para Goiânia (GO).

Na manhã desta segunda-feira, 7, o curador Ronan Gonçalves (Rogo) conduziu um grupo de visitantes pelo acervo e promoveu um diálogo sobre a conservação do planeta. Para ele, receber turistas de outros estados reforça o papel da cultura no desenvolvimento regional. “É um sentimento de profunda alegria e realização. Receber o turismo com o aspecto da brasilidade, onde trocamos informações, é o que o nosso Estado merece. A exposição desperta em cada um o cuidado que devemos ter com a natureza. É um labirinto de imagens que nos coloca frente a frente com nós mesmos, em momentos reflexivos onde a natureza assume o papel principal”, afirmou.

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Rogo também destacou a importância das políticas públicas para o setor cultural. “A PNAB reúne e soma, fundindo cada estado e cultura com suas peculiaridades. O Tocantins é bem assistido, e o norte tem a potência de revelar ao mundo nossa existência e permanência,” complementou.

Entre os visitantes estiveram a professora Estela Gomes e o taxista Marcelo Barreto, turistas de Jequié (BA), que estão em primeira visita ao Tocantins. O casal relatou a experiência de conhecer a capital e a mostra. “A exposição mostra o cuidado urgente que precisamos ter com o planeta. É uma retratação local que alcança o mundo inteiro, chamando atenção para uma questão antiga e atual ao mesmo tempo”, observou Estela.

Sobre Daniel Taveira

Natural de Tocantinópolis, Daniel Taveira possui um olhar singular para capturar a essência de seus sujeitos, sejam seres vivos ou objetos inanimados.
O artista já conquistou prêmios internacionais como International Portrait Photography of the Year, Annual Photography Awards, European Photography Awards, MEITAR Award for Excellence in Photography, Fine Art Photography Awards, New York Photography Awards, LensCulture, Refocus Awards, Monovision Awards, Neutral Density Awards e Monochrome Awards, entre outros.

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Seus trabalhos já foram exibidos em países como Brasil, Índia, Estados Unidos, Israel e México, em instituições como o Instituto Nacional de Antropologia e História, Museu da Fotografia de Fortaleza, Photo Israel, Museu Soumaya, Festival de Fotografia da Índia, Museu de Arte Sacra de São Paulo, além de galerias e festivais como ArtBrazil, Concrete Space e Art & Design Gallery.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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