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Adapec orienta acadêmicos da Unitins sobre pragas da fruticultura

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A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) realizou, na manhã desta segunda-feira, 22, uma palestra para estudantes do 7º período do curso de Agronomia da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), sobre as pragas da fruticultura. O encontro teve como objetivo apresentar aos acadêmicos as principais pragas que afetam cultivos de frutas de destaque no Estado e as estratégias de manejo adotadas para o seu enfrentamento.

A palestra foi ministrada pelo responsável técnico pelo Programa de Fruticultura da Adapec, Helcids de Sá Reis, e pelo responsável técnico do Programa Estadual de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, Cleovan Barbosa. Eles destacaram três pragas de grande relevância para a fruticultura tocantinense:

Fusariose do abacaxi, causada pelo fungo (Fusarium guttiforme), que provoca murcha e podridão, comprometendo a qualidade dos frutos e a produtividade das lavouras; Tripes da melancia (Thrips palmi), inseto que causa manchas prateadas nas folhas e deformações nos frutos, reduzindo o valor comercial; Sigatoka-negra da banana (Pseudocercospora fijiensis), considerada uma das doenças foliares mais destrutivas da cultura, responsável por grandes prejuízos econômicos.

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Os inspetores explicaram como a Adapec atua na prevenção e no controle dessas pragas, por meio de inspeções em propriedades, barreiras fitossanitárias, instalação de armadilhas e ações educativas.

“Nosso papel é proteger a fruticultura tocantinense e, para isso, o engajamento de produtores e profissionais da área é fundamental”, ressaltou Helcids de Sá Reis. Já Cleovan Barbosa reforçou a importância da formação acadêmica para a sanidade na fruticultura. “A participação dos futuros engenheiros agrônomos é essencial. Eles serão multiplicadores desse conhecimento no campo, atuando diretamente na defesa vegetal e na sustentabilidade agrícola”, enfatizou.

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Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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