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SEGURAÇA PÚBLICA

Polícia Civil do Tocantins apresenta pesquisa sobre prevenção do suicídio em congresso nacional no Rio de Janeiro

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O Oficial Investigador de Polícia da Polícia Civil do Tocantins, Napoleão Fernandes Viana Filho, participou do VI Congresso Brasileiro de Prevenção do Suicídio, realizado entre os dias 5 e 8 de agosto, em Petrópolis (RJ), onde apresentou uma pesquisa sobre os registros de suicídios ocorridos em Araguaína entre 2021 e 2025. O estudo analisa aspectos territoriais, de vulnerabilidade e determinantes sociais relacionados ao fenômeno no município.

Representando a Polícia Civil do Tocantins e o Centro Universitário Afya UNITPAC, Napoleão apresentou a pesquisa “Território, Vulnerabilidade e Determinantes Sociais: Uma Análise Integrada do Suicídio em Araguaína – TO (2021–2025)”. O estudo foi desenvolvido a partir de registros de suicídios ocorridos no município, com informações cedidas pela Gerência de Inteligência, Análise e Estatística da Polícia Civil, a partir de boletins de ocorrência registrados no sistema de Procedimentos Policiais Eletrônicos (PPE).

A pesquisa demonstra como os registros policiais podem contribuir para a produção de conhecimento científico e auxiliar no planejamento de estratégias e políticas públicas de prevenção.

Além da apresentação científica, Napoleão participou do encerramento do congresso com a declamação de um cordel sobre os desafios enfrentados por estudantes que deixam suas cidades e famílias para buscar formação acadêmica em outros municípios. A produção integra uma pesquisa do Grupo de Estudos em Suicídio do Tocantins (GESTO), do qual o policial é integrante.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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