GURUPI

SECRETÁRIA DE SEGURANÇA PÚBLICA

Polícia Civil entrega armas de grosso calibre, centenas de munições, coletes balísticos e demais apetrechos à Polícia Civil do Mato Grosso

Publicado em

Na tarde desta terça-feira, 18, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por meio da 1ª Divisão de Combate ao Crime Organizado – 1ª DEIC de Palmas, com apoio de agentes da 6ª DEIC de Paraíso, esteve na cidade de Confresa (MT), onde entregou à Polícia Civil local, várias armas de fogo, além de munições, e demais apetrechos que foram localizados e apreendidos pela Polícia Militar do Tocantins durante o cerco aos criminosos que aterrorizaram a cidade mato-grossense há cerca de 10 dias.

De acordo com o delegado-chefe da 1ª DEIC, Evaldo de Oliveira Gomes, a ação foi designada pelo secretário da Segurança Pública do Tocantins, Wlademir Mota Oliveira, em cumprimento de determinação judicial da Vara Criminal da Comarca de Cristalândia, a qual ordenou que o material apreendido com os criminosos, fosse encaminhado a PC-MT, que está responsável pela investigação do caso.

Durante o procedimento foram entregues ao delegado-regional, Bruno Gomes Borges, dois fuzis de calibre .50, um fuzil calibre 762, alguns coletes balísticos, capacetes táticos, motores de barco, centenas de munições de calibres 556, 762 e .50, além de outros apetrechos que estavam em poder do bando fortemente armado.

Leia Também:  Educação entrega obra de reforma de unidade de ensino para comunidade de Tupiratins

“A entrega desse farto material à Polícia Civil do Mato Grosso também tem como objetivo dar mais celeridade e robustez às investigações, que estão sendo realizadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado, uma vez que isso fortalece a cadeia de custódia, na tentativa de identificar e responsabilizar todos os envolvidos no crime”, frisou o delegado.

A ação de entrega das armas contou também com a participação do delegado-chefe da 6ª DEIC de Paraíso, Antônio Onofre de Oliveira Silva Filho, e agentes daquela unidade.

As armas entregues já estão sendo periciadas pela Polícia Científica do Mato Grosso. As ações policiais que visam localizar e prender todos os integrantes do bando criminoso seguem em vários pontos do interior do Estado do Tocantins.

Advertisement

POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

Published

on

Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

Leia Também:  Em Arraias, Polícia Civil em parceria com o Grupo de Operações Penitenciárias Especiais realiza palestras sobre bullying e violência escolar

Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA