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CIRURGIAS ELETIVAS

Governo do Tocantins bate recordes de cirurgias eletivas para mulheres, em março

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No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promoveu forças-tarefas em todas as unidades hospitalares geridas e conveniadas com a Pasta, com foco principal no público feminino. Foram centenas de cirurgias, exames e consultas eletivas, com o intuito de reduzir o tempo de espera das pacientes e dar resolutividade aos problemas de saúde de quem aguardava na fila da Central Estadual de Regulação (CER).

Dados do sistema de controle de fila de espera para realização de procedimentos cirúrgicos eletivos (SIGLE), do Sistema Único de Saúde (SUS) do Tocantins (atualizados dia 31/03), apontam que só na especialidade de ginecologia, foram 343 mulheres atendidas. “Desde o início da gestão, o governador Wanderlei Barbosa nos determinou a intensificação dos atendimentos eletivos e dentro desta política, temos, graças ao envolvimento das nossas equipes, conseguido recordes de procedimentos. Neste mês de março focamos no bem-estar das mulheres e realizamos 23% a mais de procedimentos ginecológicos, do que o já realizado por nossas equipes que haviam tido o recorde de 277, em fevereiro de 2023”, afirmou o titular da SES-TO, Afonso Piva de Santana.

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“Este número é específico de ginecologia, mas este total é praticamente duplicado, se levarmos em consideração os outros tipos de procedimentos, como ortopedia, oncologia, cirurgias gerais e demais especialidades”, acrescentou o gestor.

Uma das muitas mulheres acolhidas com procedimento ginecológico, foi Maria Jarisete,  moradora de Sandolândia,  que realizou procedimento no Hospital Regional de Alvorada  e contou como foi: “há muito tempo esperava um perioneoplastia e graças à Deus fui chamada e muito bem acolhida no Hospital de Alvorada. Só tenho a agradeço a todos que cuidaram de mim e já estou em casa me recuperando muito bem”.

Quem também tem relato positivo é Samara Barros, moradora de Araguaína, que há dois anos esperava por uma laqueadura e teve sua cirurgia feita no Hospital Regional de Arapoema, neste mês. “Estava há dois anos esperando, quando me ligaram eu fiquei muito feliz e fui para Arapoema. Fui muito bem acolhida no hospital, fiz minha cirurgia, ocorreu tudo bem e já estou voltando para minha rotina. Sou muito grata ao Governo do Tocantins que tem agilizado os atendimentos e resolvendo a vida de centenas de mulheres como eu”, afirmou.

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Sobre os demais procedimentos, a paciente Maria Orizone Barbosa, moradora de Araguaçú se livrou de pedras na vesícula, no Hospital Regional de Alvorada. “Sou muito grata pelo acolhimento que me fez sentir como se estivesse em casa. Mais ainda, pelo fato de conseguir minha cirurgia e finalmente me livrar as dores que sentia, em decorrência do problema na vesícula. Só peço que Deus abençoe todas pessoas que trabalharam para que eu fosse atendida”, disse.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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