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PLANO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS

SES-TO implanta novo Plano de Gerenciamento dos Resíduos no Hospital Regional de Dianópolis

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Com a proposta de minimizar os impactos ambientais provocados pelo lixo hospitalar, a partir da redução dos resíduos e seu descarte adequado e garantir a segurança de profissionais e pacientes, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO), implantou o Plano de Gerenciamento dos Resíduos dos Serviço de Saúde (PGRSS) no Hospital de Regional de Dianópolis (HRD).
Durante a última semana foi realizada uma força tarefa para adequar a unidade hospitalar às especificações do PGRSS, com a realização de ações, identificação do abrigo externo de resíduos e orientações sobre o correto manejo dos resíduos gerados, envolvendo todos os profissionais de todas as áreas da unidade.
A analista de gestão ambiental da SES-TO, Daiane Alves, destacou a importância da implantação do plano. “Foi uma semana de grande avanço para a gerência de resíduos. Trabalhamos em parceria com uma equipe engajada e que realmente quer fazer a diferença na gestão do SUS. Isso é muito importante e nos traz a certeza de que essa ação fará muita diferença na vida da população de Dianópolis”.
A proposta do novo plano, além de minimizar os impactos ambientais provocados pelo lixo hospitalar, a partir da redução dos resíduos e seu descarte adequado, vai trazer mais segurança para o ambiente de trabalho. “Vamos seguir trabalhando com esse foco, sermos referência em saúde e em contribuição com o meio ambiente. Todo processo tem como objetivo trazer melhorias para nosso processo de trabalho com descarte correto do lixo”, afirmou o diretor do HRD, André Cavalari.
Para o assistente administrativo do HRD, Enoquex Cordeiro dos Santos, a implantação do PGRSS representa o avanço que a saúde regional tem conquistado nos últimos meses. “Mais uma conquista para a Unidade naquilo que se refere às boas práticas de gestão de resíduos. Esse plano vai contribuir de forma qualitativa para um ambiente mais seguro e com garantia aos servidores, pacientes e toda comunidade”. Estamos muito felizes com mais essa conquista”.

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SAÚDE

SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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