GURUPI

Naturatins

Brigadistas do Naturatins fazem avaliação das ações de 2022

Publicado em

A Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas, do Instituto Natureza do Tocantins, por meio de sua Gerência de Suporte ao Desenvolvimento Socioeconômico, realizou o Primeiro Encontro de Alinhamento de Monitoramento das Brigadas Florestais – Gavião Fumaça.

O evento reuniu brigadistas que atuam nas unidades de conservação do Estado, com o objetivo de apresentar os resultados das ações realizadas neste ano. O encontrou aconteceu nos dias 24 e 25, no Parque Estadual do Cantão.

“Esta é a primeira vez que o Naturatins promove esse encontro para alinhamento das ações e troca de experiências entre as brigadas, que apesar de terem os mesmos objetivos, possuem realidades diferentes e rotinas de atividades também diferentes, de acordo com as demandas da unidade de conservação onde atuam”, disse o vice-presidente do Naturatins, Pedro Tolentino, na abertura do evento.

Os gestores das unidades de conservação apresentaram suas equipes de brigadistas e deram oportunidade para eles próprios relatarem suas experiências e vivências no âmbito da realização das ações do Manejo Integrado do Fogo (MIF) e Manejo do Fogo de Base Comunitária (MFBC).

Além das queimadas prescritas e controladas, quando são queimados os materiais combustíveis (vegetação seca, que favorece a propagação de fogo), e combates a incêndios florestais, os brigadistas também desempenham uma série de ações junto às comunidades que estão na abrangência de suas unidades de conservação.

O presidente do Naturatins, Renato Jayme, reforçou a contribuição importante dada pelos brigadistas para o equilíbrio ambiental do Tocantins. O presidente se comprometeu a interceder junto ao Governo do Estado para manter todos os brigadistas que já atuam nas unidades de conservação e que são contratados em regime especial.

Leia Também:  Saúde, Adapec e Naturatins promovem a ‘Semana Estadual da Raiva Humana e Animal’ no Tocantins

Retrospectiva

O diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Naturatins, Warley Rodrigues, fez uma retrospectiva das ações do MIF no Tocantins. Ele lembrou que um dos pontos mais importantes para o controle das queimadas ilegais e incêndios florestais foi a desmistificação de que o fogo é sempre mau. “O Código Florestal, em seu artigo 38, prevê o uso do fogo para combater o fogo”, exemplificou o diretor.

Ele explicou ainda que o MIF vai além da manipulação do fogo, abrangendo inclusive as decisões técnicas. “As decisões técnicas e ações para prevenir e controlar ou usar fogo em um território determinado também é MIF”, completou.

Warley Rodrigues disse, ainda, que quem trabalha na linha de frente de prevenção e combate a queimadas ilegais e incêndios florestais precisa estar em constante busca por novas informações e técnicas. “Ano a ano aprendemos mais um pouco, por isso é preciso ter constância e continuidade, que são primordiais para termos bons resultados”, finalizou.

Roda de conversa

A avaliação das atividades do exercício de 2022 foi feito por meio de uma roda de conversa, com o tema “Trabalho integrado da brigada – desafios e vantagens”, conduzida pela gerente de Suporte ao Desenvolvimento Socioeconômico, Vanessa Braz, e a supervisora da APA do Jalapão, Rejane Nunes. Nessa atividade, os brigadistas elencaram os pontos positivos e os aspectos que precisam melhorar para o próximo ano.

Leia Também:  Polícia Civil do Tocantins monta força-tarefa com médico, peritos, agentes de necrotomia e papiloscopistas para identificação e liberação dos corpos em Aguiarnópolis

Palestras

Uma palestra motivacional, apresentada pela máster coach Tudy Vieira, promoveu a integração entre os brigadistas. De maneira lúdica, a palestrante mostrou a importância do trabalho que realizam e da necessidade de estarem sempre em busca de novas conquistas.

“Eu sou apaixonada por pessoas e suas possibilidades e amo o que eu faço, que é ser um instrumento de transformação; se minha palestra impactar a vida de pelo menos uma pessoa aqui, então terei cumprido minha missão”, anunciou Tudy Vieira, cuja palestra foi patrocinada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O evento teve ainda como palestrantes Pedro Paulo Gomes da Silva Xerente, presidente da Associação dos Brigadistas Xerente (ABIX) e supervisor Estadual de Brigadas do Prevfogo/Ibama/TO, discorrendo sobre “Manejo Integrado do Fogo – Desafios e avanços”; da fisioterapeuta Akla Albino, que falou sobre “Fisioterapia respiratória para Brigadistas – aplicação prática”;  e do professor Marcos Giongo, coordenador do Centro de Monitoramento e Manejo do Fogo (CeMAF), da Universidade Federal do Tocantins, Campus Gurupi, que apresentou palestra com o tema “Queimadas e incêndios florestais no Tocantins: situação e desafios”.

A bióloga Samara Almeida, coordenadora do Centro de Triagem do Centro de Fauna do Tocantins (Cetras/Cefau), encerrou a rodada de palestras do encontro.  Ela falou sobre o “Impacto do fogo na Biodiversidade do Tocantins”.

Advertisement

TOCANTINS

Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

Published

on

O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

Leia Também:  Endereços desatualizados podem afetar entrega de notificações do Detran/TO aos usuários; saiba como regularizar a situação

 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

Leia Também:  Naturatins fomenta cadeia produtiva da farinha de jatobá na APA do Jalapão

 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA