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Polícia Civil do Tocantins monta força-tarefa com médico, peritos, agentes de necrotomia e papiloscopistas para identificação e liberação dos corpos em Aguiarnópolis

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Uma força-tarefa foi criada para agilizar a identificação e liberação dos corpos das vítimas do desabamento parcial da ponte Juscelino Kubitschek, que liga os estados do Tocantins e do Maranhão. A parceria entre a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins,  por meio da Polícia Civil, com a Prefeitura de Aguiarnópolis, viabilizou a montagem de um Núcleo de Medicina Legal avançado, no aeroporto da cidade.

No local, os trabalhos são realizados por um perito oficial médico, peritos criminais, agentes de necrotomia e papiloscopista. “São duas tendas,  uma para os familiares, e outra para as equipes onde faremos o trabalho de identificação e liberação dos corpos. É o mínimo que poderíamos fazer para aliviar a angústia dessas pessoas e possibilitar que elas possam em breve, velar e sepultar seus entes queridos”, informou o chefe do Núcleo de Medicina Legal de Tocantinópolis e responsável pelos trabalhos,  Hydelgardo Henrique Martins Costa.

A equipe de mergulho composta por bombeiros militares do Tocantins e do Maranhão e liderada pela Marinha do Brasil, iniciou o mergulho no Rio Tocantins, por volta das 13h. A primeira vítima foi encontrada por volta das 16h30 e os trabalhos peritos do Tocantins estão sendo realizados na margem do rio, para posterior transferência ao IML.

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O secretário da Segurança Pública, Wlademir Mota Oliveira, destaca que a união de forças neste momento é fundamental para que as famílias possam dar uma despedida digna aos seus entes. “Estamos em uma data festiva em que muitas dessas pessoas tinham planos de passar o Natal com seus familiares,  mas infelizmente foram vítimas desse desabamento. Neste momento de dor é fundamental que haja celeridade nos trabalhos de identificação para que os corpos sejam liberados e as famílias e os amigos possam se despedir”, destacou.

Vítimas

Resgatado com Vida

Jairo Silva Rodrigues, 36 anos

Óbitos confirmados

Lorena Rodrigues Ribeiro, 25 anos – corpo resgatado no domingo, 22, encaminhado para Núcleo de Medicina Legal de Araguatins e liberado no mesmo dia

Lorrane Cidronio de Jesus, 11 anos – corpo resgatado na terça-feira,  24, e encaminhado para o IML do Maranhão

Kecio Francisco Santos Lopes, 42 anos – resgatado na terça-feira,  24, encaminhado para Núcleo de Medicina Legal de Tocantinópolis e já liberado aos familiares

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Andreia Maria de Sousa, 45 anos – corpo resgatado na terça-feira,  24, encaminhado para Núcleo de Medicina Legal de Tocantinópolis e já liberado aos familiares

Desaparecidos

1 – Beroaldo dos Santos, 51 anos

2 – Anísio Padilha Soares, 43 anos

3 – Silvana dos Santos Rocha Soares, 53 anos

4 – Alessandra do Socorro Ribeiro, 50 anos

5 – Salmon Alves Santos, 65 anos

6 – Felipe Giuvannucci Ribeiro, 10 anos

7 – Cássia de Sousa Tavares, 34 anos

8 – Cecília Tavares Rodrigues, 3 anos

9 – Marçon Gley Ferreira

10 – Osmarina da Silva Carvalho, 48 anos

11 – Gessimar Ferreira, 38 anos

12 – Ailson Gomes Carneiro, 57 anos

13 – Elisangela Santos das Chagas, 50 anos

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TOCANTINS

Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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