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Polícia Civil do Tocantins realiza workshop “Café com Segurança” e destaca os bastidores da Operação Asfixia

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A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) realizou, na manhã desta terça-feira, 17, no auditório da Escola Superior da Polícia Civil (Espol), em Palmas, a abertura do Workshop “Café com segurança – Operação Asfixia: Por dentro da investigação”.

O workshop contou com a participação dos palestrantes e oficiais responsáveis pela operação, o delegado Antônio Onofre de Oliveira Filho, delegado titular da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Paraíso do Tocantins); Alexsander Pereira da Costa, delegado titular adjunto da 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (DENARC – Palmas); e o oficial investigador de Polícia, Cleber de Sousa Oliveira.

O evento, voltado para profissionais da segurança pública, teve como objetivo compartilhar conhecimentos, fortalecer as práticas investigativas e aprimorar as ações integradas no combate à criminalidade.

O delegado adjunto da 1ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e um dos palestrantes do Workshop, Alexander Pereira da Costa, pontua que o evento é fundamental para estimular a busca por conhecimento e promover a troca de experiências entre os investigadores. “A capacitação tira os policiais da zona de conforto e oferece novas ferramentas e percepções para o aprimoramento do trabalho policial. A Operação Asfixia foi muito além de uma resposta contundente ao crime organizado. Representou meses de trabalho técnico, sigiloso, coordenado e baseado na atuação estratégica da inteligência policial”, pontua.

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Representando o secretário da Segurança Pública, a superintendente de Segurança Integrada, Maria de Fátima Holanda, destacou a importância da capacitação. “A realização deste workshop é fundamental para a Polícia Civil do Tocantins, pois promove o compartilhamento de conhecimentos e experiências entre os profissionais. A partir da apresentação de casos de sucesso, reforçamos que todos são plenamente capazes de conduzir grandes operações e fortalecer o combate à criminalidade”, afirma.

Durante o workshop, os participantes tiveram acesso aos bastidores da operação, conhecendo as etapas da investigação, os métodos utilizados, os desafios enfrentados e a importância da atuação conjunta e da qualificação permanente para o fortalecimento da segurança pública no Tocantins.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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