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Naturatins promove diálogo sobre licenciamento ambiental nos atrativos turísticos do Parque Estadual do Jalapão

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) promoveu, neste sábado, 26, em Mateiros, um diálogo com proprietários dos atrativos turísticos e membros da comunidade do Parque Estadual do Jalapão (PEJ) para tratar da importância do processo de licenciamento ambiental dos pontos turísticos. Os empreendedores tiveram oportunidade de receber orientações sobre os procedimentos da legislação vigente.
Conforme a gerente de Suporte ao Desenvolvimento Socioeconômico do Naturatins, Sâmylla Valadares, a iniciativa busca sensibilizar e promover um melhor entendimento para que os atrativos turísticos do Jalapão estejam em consonância com a lei. “Estamos reforçando que o licenciamento ambiental é obrigatório para a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, para isso, os empreendedores precisam se adequar à legislação ambiental e, assim, garantir a preservação dessas áreas”, destacou.
A analista ambiental Franciane Cardoso destacou que o turismo de aventura no Tocantins, especialmente em áreas como o Parque Estadual do Jalapão, vem crescendo de forma significativa, atraindo turistas de todo o Brasil e do exterior em busca de experiências autênticas e de contato direto com a natureza. Ela ressaltou a importância de garantir que esse desenvolvimento ocorra de maneira sustentável, observando as normas ambientais. “É essencial que o uso dos recursos naturais seja realizado de maneira consciente e responsável, a fim de preservar essa Unidade de Conservação tão importante não só para as comunidades locais, como também para todo o Tocantins, além de assegurar que essas áreas permaneçam como atrativos turísticos de longo prazo”, enfatizou.
 O empreendedor da Comunidade Carrapato, Erci Matos Mendes, possui em sua propriedade atrativos turísticos, como fervedouro e cachoeira, que ainda não estão em funcionamento por falta de regularização. Ele ressaltou que a roda de conversa foi muito importante, pois esclareceu os passos necessários para obter a licença ambiental. “Foi uma reunião bastante produtiva, porque agora entendemos o que precisa ser feito para regularizar os atrativos. A explicação sobre o termo de compromisso foi excelente. Estamos dispostos a fazer o que for necessário para regularizar esses atrativos”, afirmou. Termo de Referência reforça regularização
 De acordo com a supervisora do PEJ, Vaneça Ribeiro, um novo documento está sendo elaborado nos moldes de um Termo de Referência para reforçar e nortear as atividades permitidas. “A recomendação é uma espécie de anuência por parte dos presidentes de associações quilombolas, que possuem atrativos localizados no interior do PEJ”, explica.
A reunião aconteceu na sede administrativa do Parque Estadual do Jalapão, em Mateiros e foi promovida pelo Naturatins por meio da Gerência de Suporte ao Desenvolvimento Socioeconômico, Supervisão do PEJ e Gerência de Licenciamento Ambiental.

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TOCANTINS

Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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