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Naturatins fecha parceria com a Guarda Metropolitana Ambiental de Palmas para reforçar rondas no Parque Estadual do Lajeado

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) fechou, nesta semana, uma parceria com a Guarda Metropolitana Ambiental de Palmas (GMP) para realização de rondas fixas dentro do Parque Estadual do Lajeado (PEL).

O foco das rondas é identificar armadilhas e coibir práticas de caça ilegal dentro da Unidade de conservação (UC). A solicitação de apoio à GMP surgiu devido algumas cevas serem encontradas no entorno do PEL e denúncias da vizinhança sobre caça ilegal na região.

A equipe da Guarda Metropolitana Ambiental realiza rondas no Parque Estadual do Lajeado, apoiando os guarda-parques na fiscalização, especialmente aos fins de semana e nas noites de lua cheia. Essa medida tem como objetivo preservar a fauna e garantir a segurança dos visitantes que frequentam o local.

A supervisora do PEL, Camilla Muniz, explica como surgiu a parceria com a GMP e a importância das rondas no Parque. “Solicitamos esse apoio e, já na primeira ação conjunta, encontramos uma ceva no entorno do PEL. Trabalhar no combate à caça ilegal na região é desafiador, e o suporte da Guarda Metropolitana Ambiental é essencial para garantir a segurança, especialmente dos visitantes, já que o Parque está aberto diariamente. Essa parceria com a GMP já existiu anteriormente e, agora, foi retomada de forma rotineira, independentemente de demandas específicas”, ressalta.

Segundo o gerente de fiscalização ambiental da Guarda Metropolitana, o subinspetor Adalberto Bernardo, a parceria é um sucesso e ajuda na preservação da fauna. “Essa parceria é fundamental, pois conta com equipes bem-preparadas e com amplo conhecimento das áreas. A equipe do Parque, que atua constantemente na proteção da fauna, flora e no combate às queimadas, demonstra total comprometimento com a preservação do Parque. As rondas precisam ser constantes, realizadas pelas duas equipes em diferentes momentos, para coibir práticas nocivas à fauna e à flora. Na última operação, encontramos indícios de caçadores e a presença de cevas. A Guarda Metropolitana está sempre à disposição para qualquer chamado, seja durante o dia ou à noite. Vamos intensificar essa parceria em defesa do meio ambiente no PEL, pois, sem dúvida, quem ganha com isso é a natureza e toda a sociedade tocantinense”, finaliza.

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Para os guarda-parques Marina Morena, Juciely Rocha e José de Ribamar Santos, a ação vai ajudar na fiscalização e proteção dos animais do PEL. “A presença da Guarda Metropolitana é fundamental para repelir e inibir a ação dos caçadores. Ao adentrarmos a mata, encontramos, por vezes, armadilhas feitas com sal, milho e outros alimentos usados para atrair animais durante a semana ou em períodos de lua cheia. Essa parceria, que prevê a presença constante da Guarda Metropolitana nas rondas periódicas, é essencial para combater essas ações ilegais e proteger a fauna e flora do parque”, destaca Ribamar.

Além das atividades de rondas, a equipe do PEL também realizou uma série de ações como irrigação das plantas da sede; monitoramento e limpeza da trilha cerradão; ronda para monitoramento de fogo; distribuição de mudas para área de reflorestamento; recolhimento de resíduos sólidos de chácaras; educação ambiental no entorno do parque sobre fogo e caça ilegal; confecção de placas de sinalização; acompanhamento de visitantes na Trilha do Brejo da Passagem; monitoramento da trilha Cerradão para observação de reparos; e implementação do Programa Monitora, que conta com câmeras fotográficas instaladas em diversos lugares dentro do Parque.

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Sobre o PEL

O Parque Estadual do Lajeado (PEL) é uma Unidade de Conservação da Natureza (UC) de Proteção Integral. Foi criado em 2001, pela Lei 1224, com o objetivo de proteger a fauna, a flora e os recursos naturais, em ordem a garantir o aproveitamento sustentado do potencial turístico.

Visitas

As visitas ao PEL estão liberadas de forma definitiva, com atendimento ao público de segunda a domingo, das 9 às 16 horas, sem necessidade de agendamento para visitas individuais. Para grupos maiores ou agendamentos fora desse horário, é necessário entrar em contato com a equipe pelo e-mail [email protected].

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TOCANTINS

Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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