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Governo do Tocantins promove reunião com o setor frigorífico e articula medidas de fortalecimento da produção

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O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, acompanhado do secretário de Estado da Fazenda, Donizeth Silva, recebeu nesta terça-feira, 31, em seu gabinete no Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, em Palmas, representantes do setor produtivo para discutir demandas da indústria frigorífica no estado.

Durante o encontro, foram apresentadas três principais pautas: a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o transporte; questões relacionadas ao Fundo Estadual de Transporte (FET); e ajustes em normas ambientais que impactam a atividade produtiva, especialmente no que se refere ao confinamento de animais.

“Vamos conduzir essa discussão com agilidade dentro do governo, reunindo os principais atores envolvidos e promovendo o diálogo com o setor produtivo. Nosso objetivo é avançar em medidas que atendam às demandas apresentadas e contribuam para o desenvolvimento do estado”, destacou o governador Wanderlei Barbosa.

O secretário de Estado da Fazenda, Donizeth Silva, ressaltou que o Governo do Tocantins reconhece a relevância do setor produtivo e tem interesse em avançar nas análises. “O governador determinou os encaminhamentos necessários para atender às demandas apresentadas. Entre elas, está a questão do ICMS sobre o transporte, que impacta diretamente o preço final dos produtos e depende de tratativas no Confaz [Conselho Nacional de Política Fazendária], por se tratar de benefício fiscal. Também estamos avaliando pontos relacionados ao FET e ao confinamento. Todas as propostas passarão por análise técnica, com o objetivo de encontrar soluções que contribuam para o desenvolvimento do estado”, explicou.

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As demandas apresentadas serão analisadas considerando ainda os impactos e a viabilidade de cada medida. “O governo tem interesse em avançar nessas pautas, pois entende que o fortalecimento da produção está alinhado ao desenvolvimento do estado. Vamos trabalhar para construir alternativas viáveis para o setor”, enfatizou o secretário de Estado da Fazenda, Donizeth Silva.

Além da determinação do Governo do Estado para a realização de estudos técnicos para avaliar a possível concessão de benefício fiscal e demandas relacionadas ao FET,  serão analisadas questões envolvendo o enquadramento de produtores nas normas ambientais estabelecidas pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema).

O empresário e pecuarista Oswaldo Stival destacou a receptividade do Governo do Tocantins e a importância do diálogo com o setor produtivo. “Fomos recebidos com muita abertura pelo governador, que demonstrou disposição para ouvir o setor da indústria frigorífica. As demandas foram encaminhadas para análise pelas áreas competentes, e saímos confiantes de que serão avaliadas com responsabilidade e atenção”, finalizou.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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