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Arara- Canindé esta mantida em cativeiro

Polícia Civil resgata Arara-Canindé mantida em cativeiro em Taguatinga

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Uma Arara-Canindé, também conhecida como Arara-Azul, que estava mantida em cativeiro na cidade de Taguatinga, foi resgatada pela Polícia Civil, por meio de ação realizada por policiais civis da 103ª Delegacia de Polícia, na manhã desta segunda-feira, 9.

O delegado-chefe da 103ª DP, Lucas Rodrigues, informou que o animal foi encontrado por populares em via pública, nitidamente debilitado e, aparentemente, com as asas cortadas. Uma fotografia foi divulgada nas redes sociais. Rapidamente um indivíduo se apresentou como o possuidor do animal e o levou da localidade.

A fotografia chegou ao conhecimento da Polícia Civil, que passou a investigar o caso e, diante dos elementos colhidos durante a investigação, foi possível resgatar o animal em uma propriedade rural que fica, aproximadamente, 23km do centro da cidade. O animal foi encaminhado ao Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), que ficará responsável pela guarda e recuperação do animal, conforme legislação federal. O possuidor foi autuado e as investigações continuam objetivando apurar o responsável por eventuais maus-tratos ao animal.

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De acordo com a autoridade policial, a ação é de extrema relevância, visto que o animal, além de debilitado e necessitando de cuidados, poderia acabar morrendo em virtude dos maus tratos sofridos. “A ação é de grande importância, pois trata-se de um animal silvestre que também é símbolo do Estado do Tocantins e que a todos encanta por sua beleza”, ressaltou a autoridade policial.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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