GURUPI

SEGURAÇA PÚBLICA

Polícia Civil do Tocantins participa em Brasília do 1º Encontro Nacional de Coordenadores das Operações Integradas de Enfrentamento à Violência contra Pessoas Vulnerabilizadas

Publicado em

Com o objetivo de aprimorar ainda mais as técnicas investigativas, trocar experiências e promover a integração com colegas de outros estados, Delegados e Delegadas, que atuam em Unidades Especializadas de Atendimento à Mulher e Vulneráveis do Estado do Tocantins, estão em Brasília -DF, onde participam do 1º Encontro Nacional de Coordenadores das operações Integradas de Enfrentamento à Violência com Pessoas Vulnerabilizadas.

 

O evento, organizado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), através da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI/CGOI) teve início nesta terça-feira, 9, reúne representantes das 27 unidades da federação e órgãos parceiros e também busca discutir estratégias de proteção a crianças e adolescentes, mulheres e pessoas idosas.

 

Durante o evento, a Polícia Civil do Estado do Tocantins está representada pela Delegada Sarah Lilian, titular da 3ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Araguaína, pela delegada Daniela Caldas, titular da 2ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Augustinópolis, pelo delegado Charles Arruda, titular da Delegacia de Atendimento à Vulneráveis (2ª DAV -Araguaína). Também participando do encontro, está o integrante da Diretoria do Sistema Integrado de Operações de Palmas, Renato Mendes Arantes e o Tenente Coronel De Souza, da Polícia Militar do Tocantins.

Leia Também:  Segurança Pública recebe Mensagem de Reconhecimento pelos serviços prestados na Romaria do Senhor do Bonfim

 

A programação segue até quinta-feira (11), com painéis e oficinas voltados à troca de experiências e à construção de soluções inovadoras para fortalecer ações integradas. Desde 2020, já foram realizadas 23 operações nacionais, consolidando um modelo de cooperação entre forças policiais e instituições públicas.

 

A delegada Sarah Lilian destaca que a participação da Polícia Civil do Tocantins no evento representa o comprometimento da instituição na busca constante de métodos e estratégias ainda mais eficazes no sentido de promover o enfrentamento de todo e qualquer tipo de violência às pessoas vulnerabilizadas.

 

“Encontros dessa natureza são uma ótima oportunidade para que possamos aprender ainda mais sobre como dar respostas mais eficazes e humanizadas a violência enfrentada por pessoas e maior situação de vulnerabilidade. Por outro lado, também vamos contribuir com nossas experiências já adotadas pela PC em nosso Estado, e que sem dúvida, tem sido um diferencial no enfrentamento aos crimes que são praticados com essa parcela da população, que envolve, crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência.” disse.

 

A delegada Daniela Caldas, por sua vez, lembrou que a Polícia Civil do Tocantins é uma das mais combativas e atuantes no que diz respeito a promover a segurança de vulneráveis no estado. Nesse sentido, a autoridade policial ressaltou que esse encontro nacional é mais uma ótima oportunidade de aprender ainda mais e assimilar novas estratégias que têm funcionado em outros estados e no DF.

Leia Também:  Polícia Civil prende casal suspeito de abrigar segundo envolvido na morte de delegado amazonense

 

“Ao longo dos últimos anos, a Polícia Civil do Tocantins tem realizado muitas campanhas de conscientização em defesa dos vulneráveis, sempre com muito êxito. Então, esse 1ª Evento Nacional  vem de encontro às nossas necessidades de aprimorar ainda mais nossas técnicas investigativas, assegurando condições para que possamos enfrentar a violência contra os mais vulneráveis de maneira ainda mais qualificada”, pontuou.

 

O delegado Charles Arruda, da 2ª DAV, de Araguaína, fez questão de frisar que o aperfeiçoamento constante da Polícia Civil no que diz respeito ao combate aos crimes contra vulneráveis é marca da PCTO. “Ter a chance de participar de um encontro como esse, ainda mais sendo o primento desse porte a ser realizado, é uma oportunidade ímpar de absorver mais conhecimento, trocar ideias, alinhar diretrizes e estratégias, visando o bem comum que é a proteção das pessoas em situação de vulnerabilidade. Portanto, tenho certeza de que sairemos daqui ainda muito mais qualificados e mais preparados para exercer nossas atividades do dia a dia em prol da população.

Advertisement

POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

Published

on

Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

Leia Também:  Operação da Polícia Civil do Tocantins resulta nas prisões de dois foragidos da justiça por homicídio em Gurupi

Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA