GURUPI

Prisões de dois foragidos

Operação da Polícia Civil do Tocantins resulta nas prisões de dois foragidos da justiça por homicídio em Gurupi

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Na manhã desta quinta-feira, 1º, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por meio de ação realizada por policiais civis da 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (3ª DHPP) de Gurupi, efetuou as prisões de dois homens, ambos de 27 anos, investigados pela prática de homicídios cometidos no município. Eles foram capturados mediante cumprimento a mandados de prisões preventivas, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Gurupi.

O primeiro indivíduo a ser capturado estava em uma das avenidas da cidade quando foi surpreendido por policiais civis que efetuaram a captura do mesmo. Investigações da 3ª DHPP revelaram que o homem, foragido da justiça por homicídio, estaria escondido em uma propriedade rural de Gurupi.

Com base nas informações, os agentes foram até a residência em que o homem estaria e encontraram o mesmo portando um revólver, calibre 38, municiado com seis cartuchos intactos, além de outras 14 munições de mesmo calibre.

Ao perceber a chegada dos policiais, o indivíduo tentou fugir e jogou a arma na pia, juntamente com as munições. Porém, ele foi alcançado e contido pelos policiais, sendo preso em flagrante. Além do cumprimento do mandado judicial, o homem também foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

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2ª prisão

Em continuidade às diligências, outro homem de 27 anos, considerado de alta periculosidade também acabou preso pela 3ª DHPP, no momento em que compareceu a Delegacia a fim de registrar uma ocorrência de tentativa de homicídio. Na oportunidade, após levantamentos efetuados, os agentes localizaram um mandado de prisão contra o indivíduo pelo crime de homicídio.

Desse modo, ele acabou preso em cumprimento à ordem judicial. Após a realização dos procedimentos legais cabíveis, os dois homens foram recolhidos à Unidade Penal de Gurupi, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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