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Polícia penal participa da Operação Comminatio Magistratus da FICCO contra organização criminosa que planejava atentar contra a vida de agentes e autoridades do Estado

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/TO), composta pelas Polícias Federal, Civil, Militar e Penal do Estado, deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 3a Operação Comminatio Magistratus. O objetivo da operação foi desarticular uma organização criminosa que planejava atentar contra a vida de agentes e autoridades do Estado na região de Dianópolis.

A participação da Polícia Penal por meio do Núcleo de Operações com Cães (NOC) foi fundamental para essa investigação criminal, iniciada na segunda quinzena de fevereiro que apurou a atuação da facção em todo o território brasileiro, com emissão de mensagens conhecidas por “salves” para que seus integrantes executassem o plano e cumprisse os objetivos determinados pela liderança.

Para o diretor de Administração e Operações do Sistema Penitenciário e Prisional, Cléber Solano, “a atuação de um policial lotado na FICCO, atuando por meio de um termo de cooperação enquanto durar a força tarefa é essencial para deflagrar operações como essa em todo o Estado”.

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Operação Comminatio Magistratus

O nome da operação é em alusão ao termo em latim “Ameaça ao Poder Estatal”, haja vista que a ORCRIM elaborou um plano de atentados contra autoridades públicas, entre elas Magistrado, Promotor de Justiça, Policiais Militares e Policiais Penais, insurgindo contra o devido exercício legal dos poderes constituídos.

Os policiais cumprem 36 mandados de busca e apreensão e 23 mandados de prisão preventiva nas cidades de Dianópolis/TO, Palmas/TO, Dueré/TO, Cariri/TO, Porto Alegre/TO, Rio Verde/GO, Formosa/GO e Imperatriz/MA, expedidos pela Vara Criminal de Dianópolis/TO. A operação contou com o apoio da FICCO/GO, FICCO/DF, FICCO/MA e GAECO/TO.

Os suspeitos são investigados pela prática dos crimes de: i) pertencimento a organização criminosa (art. 2º da Lei 12.850/13); ii) ameaça (art. 147 do Código Penal Brasileiro; iii) homicídio qualificado, na forma tentada (art. 121, §2º, I, III, IV do CPB); v) abolição violenta do Estado Democrático de Direito (Art. 359-L do CPB) e; vi) tráfico de drogas (art. 33 da lei 11.343/2006); cujas penas máximas, somadas, poderão atingir 51 anos e 6 meses de reclusão.

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A partir da cooperação entre os órgãos policiais das esferas federal e estadual participantes, a FICCO/TO tem por objetivos a intensificação das ações de investigação, prevenção e repressão a organizações criminosas e à criminalidade especialmente violenta, que constituem graves ameaças à ordem e às forças de segurança públicas nacionais.

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POLÍCIA

Polícia Civil leva palestra sobre combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes à zona rural de Arraias

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Em continuidade às ações educativas do Maio Laranja, a Polícia Civil do Tocantins, por meio da 11ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (DEAMV – Arraias), realizou, nesta quarta-feira, 27, uma palestra na Escola Estadual Zulmira Magalhães, localizada no distrito de Canabrava, zona rural de Arraias.

A atividade foi ministrada pela delegada de polícia Vanusa Regina de Carvalho Nunes e abordou o 18 de maio, data que remonta ao triste episódio de violência sexual ocorrido em 1973, vitimando uma criança. A ação contou com a participação de estudantes e professores da unidade escolar.

Durante o encontro, foram tratados temas relacionados à conscientização, prevenção e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, eixo central da campanha Maio Laranja, além da importância da denúncia como ferramenta essencial no combate a esse tipo de crime.

A delegada titular da DEAMV – Arraias, Vanusa Regina de Carvalho Nunes, destacou a relevância da iniciativa. “Levar informação à comunidade escolar é fundamental para fortalecer a rede de proteção e garantir que crianças e adolescentes tenham seus direitos preservados”, afirma.

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Maio Laranja

O Maio Laranja é uma mobilização nacional que busca fortalecer ações de conscientização, prevenção e enfrentamento às violações de direitos de crianças e adolescentes, promovendo o engajamento das instituições públicas e da sociedade na proteção da infância e da adolescência.

Denúncias

As denúncias de violações de direitos contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelos canais Disque 100 e 190, que seguem como principais meios de acionamento das forças de segurança e da rede de proteção. A participação da população é fundamental para o encaminhamento rápido das ocorrências e a atuação das equipes envolvidas.

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