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Secretaria da Segurança Pública do Tocantins 

Ações de fiscalização e combate realizadas pela Polícia Civil e Energisa reduzem em 60% quantidade de energia furtada no Tocantins

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Em 2024, o Tocantins registrou o desvio de 14.453 MWh de energia. O número é 60% menor que o identificado no ano anterior, quando 35.458 MWh de energia foram furtados no Estado. A redução é fruto da efetividade das ações de fiscalização e combate ao furto de energia, executados pela Energisa em parceria com as polícias Civil e Militar.

Para ilustrar, o volume subtraído em 2024 seria suficiente para atender aproximadamente uma cidade do porte de Miracema do Tocantins por seis meses. “Outro dado importante é que o volume de energia recuperado aumentou na comparação entre 2023 e 2024, o que também reforça a eficiência do combate realizado ao longo do ano”, explica o coordenador de Combate a Perdas, Renato Nunes.

O furto de energia elétrica, prática ilegal conhecida popularmente como “gato”, representa um risco grave para a segurança e a qualidade do fornecimento de energia. Além de acidentes com choque elétrico e incêndios, a fraude pode causar sobrecarga na rede, curtos-circuitos e queima de equipamentos, impactando negativamente a vida de todos os consumidores. “É necessário que a população compreenda os riscos e os prejuízos do furto de energia elétrica e se conscientize sobre a importância de utilizá-la de maneira responsável e legal, garantindo a segurança e o bem-estar de todos”, alerta Nunes.

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Para identificar, regularizar e aplicar a punição necessária, a concessionária de energia conta com o apoio da Polícia Civil, através da Delegacia Especializada na Repressão aos Crimes Praticados contra Concessionárias de Serviços Públicos. A ação conjunta entre a concessionária e a polícia visa coibir a prática ilegal e garantir a segurança da população. No entanto, a participação da comunidade é fundamental para o sucesso dessa iniciativa.

“O furto de energia está previsto no artigo 155 parágrafo 3º do Código Penal Brasileiro, o qual estabelece uma pena de um a quatro anos de reclusão e multa, vez que essa prática coloca em risco a vida de quem faz  e de outras pessoas que convivem no mesmo imóvel, pois uma ligação clandestina pode ocasionar um acidente. O popular ‘gato’ traz prejuízos financeiros para a concessionária e seus consumidores e coloca em risco a vida de quem faz. Vale ressaltar que a pessoa que está usufruindo da energia de forma clandestina está cometendo um crime, e se for pega em flagrante, será presa, vale ressaltar isso porque várias pessoas afirmam que não tinha conhecimento que poderia ser presa por essa prática”, destaca a delegada de Repressão a Crimes contra Concessionárias de Serviço Público (DRCSP – Palmas), Lucélia Marques.

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“Denunciar ligações clandestinas é essencial, pois, no final, todos os usuários acabam arcando com os custos desse crime”, enfatiza o coordenador. A denúncia de furto de energia pode ser feita de forma simples e anônima, através dos canais de atendimento da Energisa: call center no número 0800 721 3330, site energisa.com.br, agências de atendimento presencial, aplicativo Energisa On ou WhatsApp da Gisa (www.gisa.energisa.com.br).

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Comissão do concurso da Polícia Civil do Tocantins realiza primeira reunião de alinhamento

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A comissão responsável pelo concurso da Polícia Civil do Tocantins realizou, nesta quarta-feira, 8, a primeira reunião de alinhamento, com foco na organização das próximas etapas previstas no certame. A reunião foi na sede da Secretaria de Estado da Administração (Secad/TO) e reuniu representantes da Secad, da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO) e demais integrantes da comissão.

O encontro marcou o início das atividades do grupo, que passa a conduzir os trâmites administrativos necessários para a realização do concurso. Ficou definido que nas próximas reuniões será apresentado um documento de formalização da demanda, etapa essencial para a contratação da banca organizadora.

A presidente da comissão, Taís de Araújo Oliveira Ferreira, destacou o início dos trabalhos e a importância do certame. “Estamos muito felizes em iniciar os trabalhos desta comissão de um concurso tão esperado e importante para a população tocantinense. Hoje iniciamos o alinhamento para a construção dos documentos necessários para a contratação da banca. Estamos todos engajados e preparados para cumprir essa missão”, afirmou.

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Também foi decidido que a comissão irá se reunir duas vezes por semana, com o objetivo de dar celeridade ao andamento dos trabalhos. Uma nova reunião já está agendada para sexta-feira, 10, quando terão continuidade as discussões técnicas.

Membro da comissão, e presidente substituto, o delegado Emerson Francisco de Moura abordou a definição das próximas etapas. “A reunião foi de extrema importância para alinhar as ações da comissão mista, composta por servidores da Segurança Pública, Polícia Civil e Administração. Já traçamos um cronograma preliminar e seguimos com a determinação de dar a maior celeridade possível ao processo, com segurança jurídica”, disse.

Fazem parte da comissão, a presidente Taís de Araújo Oliveira Ferreira, o presidente substituto, Emerson Francisco de Moura, e os demais membros, Napolião Freire de Gois, Sara Rodrigues Gouvea, José Rodrigues da Silva Filho, Everton Benmuyal da Costa, Lorena Josephine Ponce de Leon e Pinheiro de Cerqueira Oyama, Ibanez Ayres da Silva Neto e Mauricio Kraemer Ughini.

A comissão foi instituída por portaria publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 1º de abril, dando início aos procedimentos para a realização do concurso, que prevê 452 vagas para os cargos de delegado, oficial investigador e perito oficial.

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O certame é aguardado há mais de uma década e tem como objetivo recompor o efetivo da Polícia Civil e ampliar a capacidade de investigação no estado. A próxima etapa será a contratação da banca organizadora e, posteriormente, a publicação do edital com todas as regras do concurso.

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