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Governo do Tocantins registra mais de 1,6 tonelada de recicláveis destinados a associações de catadores em 2025

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Com a mobilização dos servidores e incentivo a coleta seletiva, a A3P no estado contribui para redução do volume de resíduos destinados ao aterro, além de evitar a destinação inadequada de materiais que impactam o meio ambiente

por Cleide Veloso / Governo do Tocantins

O governo do Tocantins já destinou mais de 1,6 tonelada de recicláveis à associações de catadores de Palmas em 2025. De acordo com o relatório da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) apresentado nesta segunda-feira, 22, no período de janeiro a setembro deste ano, foram recolhidos 1.637,13 quilos de materiais recicláveis, sendo destes 438,230 kg de papel, 452,260 kg de plástico, 483,380 kg de vidro, 197,460 de metal e 65,800 kg de eletroeletrônicos.

Toda semana a equipe de gestão Integrada de Resíduos Sólidos recebe os servidores com suas contribuições, onde são pesados e acomodados nos contêineres de coleta seletiva de materiais recicláveis e entregues a uma associação de catadores através do projeto Ecohábito, desenvolvido no Tocantins, no âmbito do programa A3P – Agenda Ambiental na Administração Pública do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

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Com a mobilização, os servidores recebem o incentivo a coleta seletiva e a ação inspira outros órgãos e municípios a adotarem práticas sustentáveis que contribui para redução do volume de resíduos destinados ao aterro, além de evitar a destinação inadequada de materiais que impactam o meio ambiente.

Às segundas-feiras é realizado o recebimento de recicláveis com o Ecohábito, quando é realizada a coleta dos materiais recicláveis entregues voluntariamente pelos Ecoservidores da Semarh. Esses resíduos são triados e posteriormente encaminhados para associações de catadores parceiras da secretaria. Ao longo da semana são desenvolvidas outras ações de engajamento, divulgação de conteúdos educativos com dicas.

A3P no Tocantins

A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa criado pelo Ministério do Meio Ambiente com o objetivo de incentivar os órgãos públicos a adotarem práticas sustentáveis. O programa visa aumentar a eficiência na gestão pública, ao mesmo tempo em que promove a conservação ambiental e reduz os custos operacionais dos órgãos públicos. A A3P reflete a preocupação em integrar a sustentabilidade nas atividades administrativas.

Em 2025 foi implementada a rotina sustentável no órgão desenvolvendo ações diárias voltadas à promoção da sustentabilidade no âmbito institucional, em consonância com os princípios da A3P. Para sistematizar essas ações, foi criado o Planner EcoSemarh, uma agenda que organiza práticas sustentáveis realizadas ao longo da semana, com foco na conscientização, engajamento dos servidores e fortalecimento da gestão ambiental interna. E na sexta-feira, 19, o estado celebrou o Dia Internacional da Limpeza, com os crescentes resultados alcançados.

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Em 2024, o processo de adesão à A3P foi iniciado em março, com a aquisição de lixeiras para a coleta seletiva na Semarh e a parceria com cooperativas de catadores. Além disso, a reforma na Semarh incluiu melhorias em infraestrutura, como a troca de fiação elétrica e equipamentos, buscando otimizar recursos naturais e melhorar a qualidade de vida no ambiente de trabalho.

A Semarh também promove, semestralmente, ações do projeto Ecoviver, com o foco na qualidade de vida dos servidores da Pasta.

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MEIO AMBIENTE

Ações preventivas são realizadas nas Unidades de Conservação em preparação para o período de estiagem

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Com a proximidade do período de estiagem, quando aumenta o risco de incêndios florestais, as Unidades de Conservação (UCs) estaduais recebem ações preventivas com o objetivo de reduzir os impactos ambientais e contribuir para a proteção dos ecossistemas durante o período de maior vulnerabilidade climática.

Nas Unidades de Conservação estaduais, administradas pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), são desenvolvidas ações preventivas com base no Manejo Integrado do Fogo (MIF), metodologia que reúne planejamento, prevenção e uso controlado do fogo para reduzir a probabilidade de ocorrência de incêndios florestais de grandes proporções durante a estação seca.

Entre as práticas adotadas estão as queimas prescritas, realizadas de forma planejada em áreas previamente definidas, sob condições climáticas adequadas e de acordo com critérios técnicos e protocolos de segurança.

Nas áreas protegidas, as queimas prescritas foram realizadas entre os meses de março e julho como medida preventiva para reduzir o acúmulo de material combustível, estabelecer barreiras à propagação do fogo e contribuir para a diminuição do risco de incêndios florestais.

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Além das queimas prescritas, são desenvolvidas atividades de monitoramento por satélite, patrulhamento terrestre, abertura e manutenção de aceiros, utilização de drones para apoio à detecção de focos de calor e capacitação de brigadistas. Também são realizadas ações de educação ambiental voltadas às comunidades localizadas no entorno das Unidades de Conservação.

As ações preventivas incluem ainda orientações a produtores rurais e comunidades tradicionais sobre práticas de manejo que contribuam para a redução do risco de incêndios e para a conservação das áreas protegidas e de seu entorno.

Como medida de prevenção durante o período crítico, permanece suspensa, até 31 de outubro, a emissão de novas Autorizações de Queima Controlada (AQC), bem como a validade das autorizações já concedidas para atividades agrossilvipastoris em todo o estado. A medida busca reduzir o risco de ocorrência e propagação de incêndios florestais durante o período de estiagem.

Monitoramento

O monitoramento das áreas protegidas é realizado por meio da plataforma Programa Brasil MAIS, coordenada pela Polícia Federal, cujas informações subsidiam o planejamento das ações de prevenção e combate aos incêndios florestais nas Unidades de Conservação estaduais.

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Conforme os registros da plataforma, em 2024 foram contabilizados 174.544 hectares atingidos por queimadas nas Unidades de Conservação estaduais monitoradas, correspondentes a 7,45% dos 2,3 milhões de hectares da área total. Em 2025, os registros indicam 120.476 hectares atingidos, equivalentes a 5,14% da área monitorada.

Os dados do Programa Brasil MAIS também registram informações referentes às áreas atingidas por queimadas em diferentes Unidades de Conservação estaduais, entre elas o Parque Estadual do Cantão, a Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal/Cantão, o Parque Estadual do Jalapão e a Área de Proteção Ambiental Lago de Palmas.

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