Dia do Artesão
Secult reconhece força do ‘feito à mão’ na economia e cultura do Tocantins
Publicado em
19 de março de 2026por
Redação
No Tocantins, o artesanato não se limita apenas à prática manual. Ele é linguagem, memória e sustento. Neste 19 de março, quando se celebra o Dia do Artesão – data que também marca o Dia de São José, padroeiro de Palmas – a Secretaria da Cultura do Tocantins (Secult) reforça o papel desses trabalhadores como protagonistas na construção da identidade cultural do estado e destaca as ações desenvolvidas para fortalecer o setor.
Produzido a partir de matérias-primas como fibras, sementes, madeira, argila e minerais, o artesanato tocantinense reflete a diversidade dos territórios e dos povos que os habitam. Em comunidades urbanas e rurais, entre povos indígenas, quilombolas e artesãos independentes, o fazer manual se manifesta em peças que carregam saberes ancestrais e contemporâneos, conectando tradição e inovação.
Para além do valor simbólico, o artesanato também ocupa lugar relevante na economia criativa. A atividade representa fonte de renda para muitas famílias e contribui para o desenvolvimento local, especialmente em municípios do interior. Nesse contexto, a atuação da Secult tem se voltado à estruturação de políticas públicas que ampliem as oportunidades de produção, circulação e comercialização.
De acordo com o secretário de Estado da Cultura, Adolfo Bezerra, o artesanato une tradição e geração de renda, o que exige um olhar estratégico da gestão estadual.
“O artesanato no Tocantins ocupa um lugar central. Estamos falando de um setor que preserva saberes ancestrais e, ao mesmo tempo, se conecta com a economia criativa e novos mercados. Nossa missão é garantir incentivo e acesso a oportunidades, assegurando que esses trabalhadores tenham condições de continuar inovando e mantendo vivos os saberes que moldam a identidade tocantinense,” disse.
Artesanato e identidade cultural do Tocantins
A produção artesanal no Tocantins está diretamente ligada à formação cultural do estado. Muitos desses saberes nascem da observação da natureza e do uso criativo de matérias-primas encontradas no próprio território, resultando em técnicas que atravessam gerações e traduzem modos de vida diversos.
Entre as técnicas mais conhecidas está o trabalho com capim-dourado, desenvolvido principalmente na região Jalapão, especialmente na comunidade quilombola Mumbuca, em Mateiros. A fibra é costurada com a seda do buriti, dando forma a biojoias, bolsas e utensílios que se tornaram símbolo do artesanato tocantinense. Transmitido há cerca de um século, esse saber foi reconhecido como manifestação da cultura nacional por meio da Lei nº 15.005, de 17 de outubro de 2024.
O babaçu também ocupa lugar de destaque, sobretudo na região do Bico do Papagaio. A casca do coco é utilizada na produção de botões, colares e peças decorativas, enquanto a palha é transformada em cestarias e utensílios domésticos. Já o buriti oferece múltiplas possibilidades: suas fibras, sementes e talos são empregados na confecção de diferentes peças, além de instrumentos tradicionais, como a viola de buriti, símbolo da cultura local.
Outra matéria-prima que merece atenção é o jatobá, utilizado na criação de peças que retratam o cotidiano rural e a fauna do estado. Em municípios como Ananás, artesãos produzem figuras de animais, bonecos do tipo calunga e bijuterias, ilustrando a relação entre o fazer manual e o imaginário regional.
A cerâmica também possui forte presença em diferentes regiões do Tocantins. Municípios como Lajeado, Porto Nacional, Arraias e Pindorama se destacam na produção de peças utilitárias e decorativas. Em Lajeado, a cerâmica incorpora grafismos inspirados em pinturas rupestres encontradas nas serras da região, resultando em objetos como pratos, panelas, jarros e xícaras, geralmente em tons avermelhados.
Essa riqueza de saberes se estende também aos metais nobres: em Natividade, a tradição do ouro remonta ao período colonial, quando a exploração mineral se intensificou na região que hoje corresponde ao Tocantins. Esse legado permanece vivo por meio da produção de joias em filigrana, técnica de origem portuguesa baseada na manipulação de fios extremamente finos de ouro, moldados e soldados para formar desenhos delicados. O conhecimento é transmitido entre gerações por mestres ourives para dar continuidade a essa prática artesanal.
Saberes indígenas e quilombolas
Grande parte da riqueza artesanal do Tocantins está nos saberes preservados por povos indígenas e comunidades quilombolas. Nesses territórios, o artesanato não se configura apenas como atividade produtiva, mas integra dimensões sociais, espirituais e culturais, estando diretamente ligado aos modos de vida e às relações com o território.
Entre povos como Karajá, Javaé, Krahô, Xerente e Apinajé, a produção artesanal abrange técnicas como cerâmica, arte plumária, cestaria e a confecção de adornos com sementes. Cada peça carrega significados próprios, expressando conhecimentos tradicionais, identidades coletivas e formas específicas de organização social.
No caso do povo Karajá, a cerâmica assume papel central e simbólico, especialmente por meio das bonecas Ritxoko. Produzidas por mulheres indígenas, essas peças representam figuras humanas, elementos da natureza e cenas do cotidiano, funcionando como instrumentos de transmissão cultural entre gerações. Reconhecidas como patrimônio cultural brasileiro, as Ritxoko representam a força e a continuidade da tradição.
Políticas públicas e valorização do artesanato
O fortalecimento do artesanato no Tocantins também passa pela atuação do poder público. A Secretaria da Cultura do Tocantins (Secult) desenvolve ações voltadas à valorização da produção artesanal e que ampliam o acesso a oportunidades e mercados.
Entre as iniciativas, estão os editais de fomento executados por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), além do apoio à participação de artesãos em feiras e eventos dentro e fora do estado.
Entre 2023 e 2025, artesãos do estado participaram de importantes feiras nacionais com apoio do Governo, que garantiu transporte, estrutura e organização de estandes. No período, a participação nesses eventos resultou em R$1,6 milhão em vendas diretas e cerca de R$617 mil em encomendas, totalizando aproximadamente R$2,2 milhões em negócios gerados.
Outro eixo estratégico da Secult é a aplicação do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). Por meio do programa, é realizado o cadastro dos profissionais no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (SICAB) e a emissão da Carteira Nacional do Artesão, instrumento que garante reconhecimento profissional e acesso a políticas públicas.
Segundo a coordenadora do artesanato brasileiro no Tocantins, Núbia Cursino, a atuação da Secult tem como foco estruturar essa cadeia produtiva e ampliar o acesso dos artesãos a instrumentos de reconhecimento e mercado.
“O Tocantins tem uma produção artesanal diversa, que reúne saberes tradicionais e produções com novas formas de criação e circulação. Nosso trabalho é garantir que esses artesãos tenham acesso a instrumentos de reconhecimento e desenvolvimento, como a Carteira Nacional do Artesão, além de oportunidades de comercialização e participação em feiras. Hoje, o estado conta com mais de 3 mil profissionais cadastrados no sistema, e seguimos ampliando esse alcance.”
A formalização possibilita o acesso a benefícios como participação em feiras nacionais, linhas de microcrédito, capacitações técnicas e gerenciais, além de incentivos fiscais, como a isenção de ICMS em estados onde a legislação prevê esse mecanismo.
Memória e preservação
A natureza do artesanato impõe um desafio à preservação da memória: muitas peças são frágeis e não resistem à ação do tempo. Nesse contexto, o registro de histórias, técnicas e trajetórias torna-se fundamental para a salvaguarda desse patrimônio cultural.
A Secult desenvolve esse trabalho por meio da produção de documentários e registros audiovisuais disponibilizados ao público através da plataforma Youtube. Um dos exemplos é o documentário Dona Regina, o Labirinto e o Tempo, que apresenta a história da artesã Regina da Silva Guimarães, referência na técnica do labirinto. Falecida em 2025, aos 103 anos, Dona Regina teve sua história preservada como parte da história do estado. Acesse aqui.
Além dos documentários, a Secult também produz conteúdos de curta duração com caráter informativo e educativo. Entre eles, um vídeo que apresenta as principais matérias-primas do artesanato tocantinense e algumas obras produzidas. Assista aqui.
As produções também alcançam outros mestres do fazer artesanal, como José Fernandes Neves, conhecido como Seu Zeca. Aos 101 anos, o artesão segue em atividade produzindo sofás com madeira de buriti, técnica que desenvolve a partir do uso sustentável dos recursos naturais do Cerrado. Morador de Porto Nacional desde 1967, quando a região ainda integrava o norte de Goiás, Seu Zeca construiu uma história marcada pela transmissão de saberes entre gerações. Clique aqui e assista.
O ofício hoje é continuado pelo filho, Antônio Luiz Ribeiro da Neves, conhecido como Tauru, que segue os passos do pai na produção artesanal. Suas peças, além de expressarem a identidade cultural do território, já circularam em exposições e feiras nacionais, levando o nome de Porto Nacional para diferentes regiões do país.
A produção audiovisual da Secretaria também acompanha a participação dos artesãos tocantinenses em eventos nacionais. Na edição de 2023 da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), em Olinda (PE), foram produzidos três vídeos que registram a presença dos artesãos e do estado no evento, evidenciando a diversidade das peças, os processos de produção e a inserção do artesanato tocantinense em espaços de circulação nacional. Veja aqui.
Ao registrar trajetórias como essas, a Secult contribui para a preservação de conhecimentos que ultrapassam o objeto material, garantindo a continuidade de práticas culturais e reforçando a memória coletiva tocantinense.
Neste Dia do Artesão, a Secretaria da Cultura do Tocantins parabeniza todos os artesãos e artesãs do estado, reconhecendo a importância de seu trabalho na preservação da cultura e na construção da identidade tocantinense.

CULTURA
Tocantins apresenta diversidade cultural na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura
Published
8 horas atráson
26 de maio de 2026By
Redação
A participação do Tocantins na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada entre os dias 19 e 24 de maio, em Aracruz, no Espírito Santo, evidenciou a diversidade cultural do estado em diferentes linguagens. Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, o encontro reuniu representantes de todo o país em uma programação com mais de 200 atividades, distribuídas nos espaços temáticos do Centro de Turismo Social e Lazer Sesc Praia Formosa.
Além dos delegados e delegadas escolhidos para representar o Tocantins nas discussões, fóruns e grupos de trabalho, a presença tocantinense também foi marcada por artistas, mestres, comunicadores, artesãos e expositores selecionados pelo edital de programação do Ministério da Cultura.
Artes visuais e religiosidade tocantinense
Entre os representantes do estado esteve o artista visual Elpídio de Paula Neto, especialista em desenho pirografado. Na Teia Nacional, ele apresentou a exposição ‘Um mergulho do sagrado na cultura tradicional do Tocantins’, reunindo obras que aproximam arte sacra, religiosidade e referências da cultura popular tocantinense.
“Estou muito feliz em participar da 6ª Teia Nacional representando o meu estado. É uma alegria muito grande poder trazer o meu trabalho e apresentar esta exposição. Eu já trabalho com arte sacra e arte religiosa, mas, nesta exposição, quis trazer também os nossos mestres e mestras da cultura tradicional e popular com esse viés do sagrado. Porque não tem como falar da cultura tradicional do Tocantins sem falar de religiosidade, misticismo, arte e cultura. Tudo isso atravessa as nossas manifestações”, destacou.
Elpídio também explicou que parte das obras foi criada a partir de fotografias de Emerson Silva, em um processo de releitura visual. “Era algo que eu queria fazer há muito tempo. Pedi autorização ao Emerson para transformar algumas fotografias dele em trabalhos meus, e ele me deixou à vontade para criar. Então, quem é do Tocantins vai reconhecer referências como Dona Romana, Mãe Felisberta, nossos mestres, mestras, povos originários, povos indígenas e povos de terreiro. É uma forma de fazer com que essas referências brilhem aqui na Teia. Eu carrego o meu estado comigo, e trazer tudo isso para esse espaço é muito especial”, afirmou Elpidio.
Comunicação colaborativa e exposição fotográfica
O Tocantins também esteve presente na comunicação colaborativa da Teia Nacional com a participação do artista Fernando Amazônia. Além de contribuir com registros durante o evento, ele apresentou a exposição fotográfica ‘Água é Vida’, voltada à relação das comunidades tradicionais e dos povos originários com a água.
“É muito importante estar na Teia Nacional, um evento que reúne a cultura do povo brasileiro e mostra que o Tocantins também está presente. Trouxemos a exposição ‘Água é Vida’, que fala da relação das comunidades tradicionais e dos povos originários com a água, com os rios Tocantins e Araguaia, e com povos como os Javaé e Xerente. Também participo da comunicação colaborativa da Teia, registrando, partilhando e contribuindo para trazer a cultura do Tocantins para este encontro”, afirmou Fernando Amazônia.
Feira criativa
A economia criativa também teve representantes tocantinenses na Teia, com artesãs de Babaçulândia e Tocantínia. A artesã Sebastiana Pereira, do Ponto de Cultura Ubuntu, de Babaçulândia, representou o estado comercializando peças produzidas a partir de matérias-primas naturais, como palha, coité, sementes e outros elementos encontrados na natureza.
“Sempre que ando pelo mato, pelo sítio ou pelas chácaras, meu olhar já procura alguma coisa que possa virar arte. Ser artesã é um dom muito especial. Às vezes as pessoas perguntam como a gente faz uma peça, e nem a gente sabe explicar direito. É um trabalho difícil, que exige esforço, mas por onde o artesão passa ele enxerga uma matéria-prima e já imagina o que pode criar. Sou muito grata por estar aqui, fomos muito bem acolhidas e as vendas têm sido muito boas desde o primeiro dia. É uma alegria poder apresentar nosso trabalho na Teia”, afirmou.
Também selecionada pelo edital para expor na Teia, a artesã Iraci Krukwane Xerente, do povo Akwẽ-Xerente, da Aldeia Salto, em Tocantínia, levou peças produzidas em capim-dourado e costuradas com fibra de buriti.
Literatura, cura e saberes quilombolas
O Tocantins ainda marcou presença na área da literatura com a participação da mestra raizeira de Natividade, Felisberta Ferreira, conhecida como Dona Feliz. Guardiã de saberes tradicionais ligados ao uso das plantas medicinais, à cura e ao bem viver, ela levou à Teia 2026 a experiência do livro A Mata que Cura – Saberes Quilombolas de Curar e Bem Viver, lançado durante a Teia Estadual.
A produtora cultural Liu Moreira, da Associação de Arte Ninho Cultural, que acompanhou Dona Feliz na programação, destacou a importância da presença da mestra na Teia. “A gente fez a inscrição de Dona Felisberta como representante da cultura popular e tradicional do Tocantins. Ela, que é de Natividade, vem apresentar essa experiência na Teia Nacional e participar de uma roda de conversa sobre a concepção do trabalho e sobre o significado de estar neste evento. O livro ‘A Mata que Cura’ foi lançado na comunidade dela, durante a Teia Estadual, e agora é uma honra ver essa trajetória fazer parte da programação nacional”, destacou Liu Moreira.
A mestra raizeira explicou que o livro nasceu da sua relação com as plantas medicinais, com o meio ambiente e com os saberes tradicionais preservados ao longo da vida.
“Eu tenho uma paixão muito grande pelo meio ambiente e pelas plantas medicinais. Sou benzedeira, sou raizeira, e levo esse conhecimento por onde eu passo, porque a cura também está na mata. Sou uma defensora do meio ambiente e faço o meu trabalho de cuidado, oração e proteção do jeito que posso. Escrever esse livro foi como uma gestação, com alegria, mas também com dificuldades, até chegar o momento em que ele nasceu. Deus colocou na minha vida o pessoal do Ninho Cultural, especialmente a Liu. Tinha dia que eu dizia que não queria mais saber de livro, e ela ficava quieta, deixava a poeira baixar e depois voltava. Com a paciência e a persistência dela, nasceu ‘A Mata que Cura’,” contou Dona Felis.
Durante a programação, Dona Feliz também apresentou ao público raízes, xaropes, sementes e outros elementos provenientes do Cerrado brasileiro, compartilhando conhecimentos ligados aos modos tradicionais de cura e cuidado.
Hip-hop tocantinense
A cultura hip-hop do Tocantins ocupou o Salão Madri com uma programação dedicada à música, à poesia e ao debate. A atividade reuniu exibições, intervenções musicais e mediação cultural, propondo reflexões sobre periferia, território, juventude, expressão urbana e justiça climática.
Proposta pelo Coletivo Cidade Perifa, de Palmas, a programação contou com a exibição do curta ‘O Som de Lá – Cidade Perifa em Reflexão, Formação e Debate’, produção participativa dirigida por Caio Bretas, e do documentário Cypher Rua Norte, dirigido por Erval Benmuyal.
A atividade também teve participação de Mano Jozy, Rossana Iuna, DJ Dallag Beats, DJ Drika, Michael Brankin e intervenção poéticas com Ganjo Negro, reunindo diferentes vozes da cena cultural tocantinense.
Desfile, moda e identidade amazônica
As tocantinenses Vanessa Gonçalves e Socorro Sousa também participaram da programação como convidadas da performance cênica ‘Trama: Desfile Manifesto Amazonense’, projeto coletivo que une moda, território, identidade e posicionamento político.
Criado em Manaus pela produtora Glícia Cáuper, o desfile propõe uma reflexão sobre os trabalhadores invisibilizados do universo têxtil. Durante a apresentação, os participantes carregam cartazes com frases como “Eu costurei essa roupa” e “Eu colori sua roupa”, dando visibilidade a quem atua nos bastidores da produção de moda e evidenciando o trabalho manual, criativo e coletivo presente nas peças.
Tradição popular no palco
A presença tocantinense na programação foi encerrada no Palco Folia de Reis, que recebeu o Pontão de Cultura Tambores do Tocantins. Márcio Belo e banda apresentaram músicas tradicionais tocantinenses, incluindo a suça e outros ritmos ligados às manifestações populares do estado.
A apresentação contou ainda com a participação do mestre Dorivã, o Passarim do Jalapão, e terminou com uma grande roda de celebração, reunindo artistas, participantes e público em um momento de festejo e partilha.
A participação tocantinense na Teia Nacional dos Pontos de Cultura reuniu diferentes expressões, territórios e saberes do estado, evidenciando a força dos coletivos que mantêm a diversidade cultural do estado.
Mais registros da programação podem ser acompanhados nas redes sociais da Secretaria de Estado da Cultura, pelo perfil @culturato.

Marcello Lelis representa o governador Wanderlei Barbosa em reunião dos governadores da Amazônia Legal e destaca maior plano de combate ao fogo da história do estado
Tocantins registra queda de quase 30% nos homicídios e apresenta uma das maiores reduções do país
Prefeitura de Gurupi assina ordem de serviço para implantação do projeto Cidade Inteligente
Secretaria da Segurança Pública recebe equipe do Ministério da Justiça para vistoria técnica sobre doação de equipamentos
Governador Wanderlei Barbosa homologa concurso da Procuradoria-Geral do Estado
GURUPI
Prefeitura de Gurupi assina ordem de serviço para implantação do projeto Cidade Inteligente
A Prefeitura de Gurupi, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, assinou nesta terça-feira, 26, a ordem...
Com articulação de Eduardo Fortes, Governo do TO anuncia incentivo com créditos de ICMS para fomentar negócios na 51ª Expo Gurupi
Nesta segunda-feira (26), dia que marca o início da 51ª Expo Gurupi, foi anunciado um importante incentivo voltado aos produtores...
Prazo para contribuintes de Gurupi garantir até 20% de desconto no IPTU 2026 encerra nesta sexta-feira, 29
A Prefeitura de Gurupi, por meio da Secretaria Municipal de Finanças, Planejamento e Orçamento, alerta os contribuintes que o prazo...
TOCANTINS
Marcello Lelis representa o governador Wanderlei Barbosa em reunião dos governadores da Amazônia Legal e destaca maior plano de combate ao fogo da história do estado
Representando o governador Wanderlei Barbosa, o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, participou nesta terça-feira, 26, da...
Tocantins registra queda de quase 30% nos homicídios e apresenta uma das maiores reduções do país
O Tocantins apresentou redução expressiva nos índices de homicídios e se destaca entre os estados brasileiros com melhor desempenho na...
Secretaria da Segurança Pública recebe equipe do Ministério da Justiça para vistoria técnica sobre doação de equipamentos
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) recebeu, na manhã desta terça-feira, 26, representantes da Secretaria Nacional de Segurança...
POLÍCIA
SSP/TO realiza aula magna do mestrado em Gestão de Políticas Públicas em parceria com a UFT, em Palmas
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) realizou, nesta terça-feira, 19, a aula magna do mestrado profissional em Gestão...
Caminhada do Faça Bonito mobiliza rede de proteção em Dianópolis no Maio Laranja
A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 10ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (10ª DEAMV –...
Polícia Civil realiza ação educativa de combate ao Bullying e Ciberbullying para alunos do Colégio Estadual de Araguacema
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) por meio da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC)...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
GURUPI7 dias atrásGurupi participa da assinatura do Plano Nacional de Cuidados “Brasil que Cuida” e se destaca entre municípios referência no país
-
GURUPI5 dias atrásJosi Nunes fortalece representação de Gurupi durante Marcha dos Prefeitos em Brasília em busca de investimentos e desenvolvimento para o município
-
GURUPI5 dias atrásPrefeitura de Gurupi intensifica obras da nova travessia da Avenida Guaporé sobre o córrego Mutuca
-
GURUPI2 dias atrásMais uma grande ação do Projeto Acolher foi realizada neste domingo na cidade de Nova Rosalândia-TO, às margens da BR-153, a aproximadamente 130 km de Gurupi.
