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Senador Eduardo Gomes declara apoio à criação do Campus da UFT em Alvorada

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A mobilização pela implantação de um Campus da Universidade Federal do
Tocantins (UFT) em Alvorada ganhou um aliado de peso na cena política
nacional. O senador Eduardo Gomes declarou, em suas redes sociais, apoio
ao projeto que busca ampliar as oportunidades de ensino superior no sul
do Tocantins.

O registro da agenda aconteceu ainda em agosto quando o professor da
UFT, Renato Sarmento, esteve no gabinete do parlamentar em Brasília. Na
ocasião, foram discutidas ações de fortalecimento da educação, ciência e
pesquisa na região com destaque para a instalação de uma unidade da UFT
em Alvorada.

Em publicação no Instagram, o senador ressaltou a importância do
projeto. “Apoio à criação de um novo campus da UFT em Alvorada,
ampliando oportunidades de ensino superior. Incentivo à pesquisa
científica e tecnológica, fortalecendo o desenvolvimento da região
Norte”, escreveu.

A manifestação pública do senador reforça a articulação política em
torno da iniciativa que já conta com o engajamento do Executivo e
Legislativo de Alvorada e da própria reitoria da UFT. Com a adesão de
Gomes, a expectativa é que o movimento ganhe ainda mais visibilidade e
força política em Brasília.

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TOCANTINS

Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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