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Naturatins avança em Proposta de Fiscalização e Monitoramento na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) apresentou nesta terça-feira, 27, durante a Audiência Pública realizada no Fórum Comarca de Cristalândia, o Plano Alternativo de Fiscalização e Monitoramento na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso.

Este plano é resultado de um trabalho integrado com a participação do Ministério Público do Tocantins (MPTO), da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso, buscando não apenas a melhoria das práticas de monitoramento, mas a efetividade na fiscalização das outorgas e o acompanhamento das condições ambientais da bacia.

O Gerente de Controle e Uso dos Recursos Hídricos do Naturatins, Mateus Chagas, destacou a importância da proposta. “O nosso compromisso é garantir a gestão sustentável da água. O plano que apresentamos busca integrar as diversas demandas e realidades da bacia, promovendo um monitoramento efetivo que respeite as necessidades dos irrigantes, mas que também assegure a preservação da bacia “, concluiu.

A proposta envolve uma série de ações estratégicas descritas em 14 pontos de abordagem. Dentre eles, a metodologia de análise para a revisão das outorgas foi ratificada, garantindo a instalação de sistemas de medição das vazões a jusante dos barramentos. Além disso, está em andamento o levantamento de pontos críticos, com a identificação de áreas vulneráveis e a instalação de Pontos de Coleta de Dados (PCDs) para monitoramento.

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A regulamentação da outorga coletiva também é uma prioridade, buscando definir procedimentos claros para a concessão, com o objetivo de aumentar a transparência e a eficiência.

Outra ação importante é a atualização do Portal de Outorgas, que será aprimorado para incorporar dados gerenciáveis, promovendo maior acessibilidade às informações. O plano ainda prevê a elaboração de um normativo específico para fiscalização, com a criação de regras mais rigorosas e penalidades para infratores, além de estabelecer convênios com instituições especializadas para o desenvolvimento de sistemas de monitoramento.

Também foi proposto que a revisão do Plano da Bacia seja realizada por meio da elaboração de um Termo de Referência, enquanto um estudo de viabilidade para a criação de uma Agência de Águas está sendo conduzido, visando a gestão integrada dos recursos hídricos. O desenvolvimento de um plano de regularização ambiental também faz parte da estratégia, considerando informações sistematizadas sobre imóveis irrigantes na bacia.

Além disso, um acordo de cooperação técnica com a Agência Nacional das Águas (ANA) será estabelecido para regulamentações específicas na gestão dos recursos hídricos. O plano de monitoramento dos usos será normatizado, incluindo a criação de uma “Sala de Situação de Irrigação” para facilitar a gestão das demandas. O estudo sobre agricultura irrigada avaliará métodos de subirrigação em áreas de várzea, enquanto a nova composição da câmara técnica visa melhorar a qualidade técnica dos documentos produzidos.

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Findando os pontos apresentados no plano, a avaliação do sistema semafórico será realizada para aprimorar a metodologia de alocação dos usos, visando uma gestão hídrica de alto nível.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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