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Pesquisa do Procon Tocantins identifica variação de até 80% no preço das carnes em Palmas

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O Procon Tocantins divulga pesquisa de preços de carnes realizada em açougues de supermercados, atacados e casas de carnes em Palmas. O levantamento, feito em 10 estabelecimentos comerciais da capital, identificou variações que chegam a 80,05% entre os cortes analisados. A pesquisa foi feita nesta segunda-feira,05.

Foram pesquisados 33 tipos de carnes, entre cortes bovinos, suínos, frango, peixes e linguiças. O item com maior oscilação foi o quilo da costela dianteira, que apresentou preços entre R$ 14,99 e R$ 26,99, uma diferença de 80,05%. Já a linguiça calabresa variou 77,31%, sendo encontrada de R$ 21,99 a R$ 38,99. O peito de frango com variação de 73,50% e preços entre R$ 14,98 e R$ 25,99.

Entre as carnes suínas, o lombo foi encontrado com preços entre R$ 24,99 e R$ 33,99 uma variação de 36,01%. Já entre os pescados, o quilo da tilápia teve a maior variação com 35,18%, sendo comercializada entre R$ 19,99 e R$ 43,99.

A pesquisa completa pode ser acessada  aqui.

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O superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia, reforça a importância de os consumidores estarem atentos às variações e utilizarem a pesquisa como ferramenta de economia.

“Nosso objetivo é fornecer ao consumidor informações atualizadas e confiáveis para que ele possa fazer escolhas mais conscientes na hora da compra. Realizar essa comparação de preços pode representar uma grande economia no orçamento familiar”, destacou.

O Procon Tocantins realiza esse levantamento mensalmente e ressalta que, além do preço, é essencial verificar se o produto segue os padrões de higiene e segurança alimentar.

“Ao comprar carnes em açougues, é importante que o consumidor preste atenção a vários fatores para garantir a qualidade e segurança do alimento. Escolha um açougue confiável, observe a aparência da carne, verifique a procedência, avalie o armazenamento e solicite cortes na hora, se possível,” destaca o diretor de fiscalização, Magno Silva.

 Denuncie

Os consumidores que identificarem irregularidades, como carne estragada, falta de informações no rótulo ou problemas na conservação dos produtos, podem formalizar uma denúncia ao Procon Tocantins por meio do WhatsApp Denúncia, no número (63) 9 9216-6840.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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