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Hospitais Estaduais promovem ações para celebração da Páscoa

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Páscoa é um momento de transformação, esperança e reflexão. Também é tempo de celebrar a vida e renovar os laços de amor e união entre as pessoas. Nesse sentido, os hospitais geridos pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) realizaram programações especiais, na semana santa e principalmente no domingo, 20.

O Hospital Geral de Palmas (HGP), Hospital Regional de Araguaína (HRA), Hospital Regional de Gurupi (HRG), Hospital Regional de Paraíso do Tocantins (HRPT) e o Hospital Regional de Augustinópolis (HRAUG), promoveram na semana de páscoa, ações especiais com as crianças internadas e servidores.

No HGP, profissionais da humanização e voluntários se esforçaram para levar alegria para os pequenos e suas famílias. Durante a semana de páscoa as crianças tiveram pintura de rosto, caça aos ovos e a visita da Trupe da Alegria, nas alas infantis, Na oncologia pediátrica também houve a participação dos voluntários que levaram chocolates, crepes, algodão-doce, fondue de chocolate com frutas, pintura de rosto, fantasias e muita alegria.

A psicóloga da brinquedoteca do HGP, Vanessa Flores Lima, é a personagem ovelha Mereré da Trupe e ressaltou a alegria de participar da ação. “É sempre muito gratificante poder levar alegrias para as crianças hospitalizadas que passam essas e tantas outras datas comemorativas em seus leitos. Quando a gente fala em cuidado integral, falamos também da saúde mental da mãe e da criança que precisa se sentir acolhida, ouvida e respeitada nesse processo de fragilidade”.

A Monica Lopes, mãe da Esther Vitória, de 11 anos, que está internada no HGP desde o dia 10 de abril ficou muito feliz com a visita da Trupe da Alegria. “Passar por datas como essa no hospital não é fácil, mas Deus sempre envia anjos para alegrar nosso dia. Ver minha filha sorrindo e se divertindo não tem preço”.

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A dona de casa Solerrane Nunes e Silva, acompanha a filha Maria Júlia, de sete anos, que faz tratamento de câncer no HGP e aprovou a iniciativa. “Quando as crianças estão em tratamento acabam se privando de muitas atividades e momentos como esse fazem elas se sentirem acolhidas e animadas  para passar por tudo que elas passam, com o tratamento, medicações”.

O HRA contou com uma ação especial no domingo de Páscoa, para as crianças com o “Projeto Doce Conexão e Sons da Recuperação: ações transformadoras no Hospital Regional de Araguaína”. Segundo a coordenadora do setor de Humanização, Nívea Morais Marinho do Nascimento, “a ação de Páscoa do Projeto consiste em levar mimos em forma de chocolates, fortalecendo vínculos entre colaboradores e pacientes através de gestos afetivos. Paralelamente, o Sons da Recuperação oferece alívio emocional e conforto, utilizando música e atividades lúdicas para humanizar o ambiente hospitalar, uma iniciativa que dialoga com práticas já adotadas em unidades de saúde, como programações especiais para crianças. Juntas, as ações reforçam o compromisso da instituição com o acolhimento integral, combinando doçura e sensibilidade no cuidado com pacientes, acompanhantes e equipes”.

No HRG também teve uma programação especial para as crianças. Durante a semana teve entrega de ovos de páscoa por voluntários ‘Os Mensageiros da Alegria, Palhaçoterapia’ com caça aos ovos, pintura facial, brincadeiras e música, ensaio fotográfico temático com os recém-nascidos e entrega de lembranças simbolizando a páscoa aos servidores pela equipe de humanização e direção.

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Segundo o diretor-geral do HRG, Fernando Mota, “Páscoa é tempo de renovação e ressurreição, é uma forma de construir laços familiares dentro da unidade, ainda que a rotina seja desafiadora. Nosso objetivo é promover alegria, e levar a verdadeira mensagem para as crianças, familiares e servidores. Gostaríamos de agradecer também ao trabalho da humanização e de todos os voluntários, que não mediram esforços para realizar essa programação com as crianças”.

A mamãe do recém-nascido João Francisco, Loren Kelly, falou da felicidade em ter um ensaio fotográfico. “Pra mim foi uma felicidade enorme ver todo o carinho e cuidado que se tem com os bebês e crianças aqui no HRG. Essas fotos realizadas foram a prova do quão humanizado e especial foi nossa passagem no hospital”. 

No HRPT, a programação contou com a celebração de um culto com o objetivo de lembrar da importância e o verdadeiro sentido da data e também a distribuição de lembrancinhas e um café da manhã para os servidores. A servidora Nubia Oliveira da Cunha participou da celebração e da mensagem especial de Páscoa. “Foi um momento de muita fé, reflexão e paz, importante para nós também, que muitas vezes não conseguimos passar essas datas com nossos familiares”.

No HRAUG, teve distribuição de ovos de páscoa e desenhos para cerca de 40 crianças. A ação foi possível graças a doações de médicos e voluntários.

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SAÚDE

No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, Governo do Tocantins destaca ações de incentivo à amamentação

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No Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno, celebrado nesta quinta-feira, 21, o Governo do Tocantins destaca o fortalecimento de ações de incentivo e apoio à amamentação. No Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), em Palmas, a hora dourada (Golden Hour) é considerada uma etapa fundamental para o sucesso do aleitamento materno.

A hora dourada, período que compreende os primeiros 60 minutos de vida do bebê, é decisiva para a adaptação ao ambiente externo, o contato pele a pele imediato e o início da amamentação, fatores que contribuem para o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. O clampeamento oportuno do cordão umbilical e o estímulo à amamentação na primeira hora de vida estão entre as medidas priorizadas pelas equipes de saúde da unidade hospitalar.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto, destaca a importância das ações desenvolvidas nas maternidades estaduais. “As nossas equipes estão capacitadas para garantir as práticas de estímulo à amamentação, promovendo um atendimento mais seguro, humanizado e acolhedor às mães e aos recém-nascidos”, pontua.

Hora dourada

A recomendação é que o contato pele a pele seja mantido por pelo menos uma hora. Em partos normais, esse tempo costuma ser facilmente preservado. Já nas cesarianas, o período pode ser reduzido devido aos procedimentos cirúrgicos e à necessidade de transferência da paciente, mas mesmo em intervalos menores já apresentam benefícios importantes.

A médica pediatra Bruna Muller explica que o contato pele a pele é uma das práticas mais importantes da Golden Hour. “O contato ajuda o recém-nascido a fazer essa transição da vida intrauterina para o ambiente externo, de forma mais tranquila e segura. Quando o bebê é colocado no colo da mãe logo após o nascimento, ele reconhece a voz, o cheiro, o calor e os batimentos cardíacos que já conhecia dentro da barriga. Isso favorece a regulação da respiração, da temperatura corporal e dos batimentos cardíacos, além de fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho”, ressalta.

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A paciente Ana Keila Lopes Soares compartilhou a emoção de vivenciar o contato pele a pele logo após o nascimento do seu bebê no Hospital e Maternidade Dona Regina. “Já é o meu quarto filho e, em todas as experiências, tive esse contato pele a pele após o nascimento, o que determinou o sucesso da amamentação. Quando o bebê nasce e é colocado no colo, a gente sente que está tudo bem, que ele está saudável. O contato é totalmente diferente, muito mais intenso”, enfatizou.

Mãe pela primeira vez, Débora Letícia Barbosa Costa relatou a emoção de vivenciar a hora dourada após o parto. “Eu já conhecia a importância desse momento antes mesmo do nascimento do meu bebê. Quando ele nasceu e foi colocado no meu peito ainda na sala de parto, senti um alívio muito grande por vê-lo bem e comigo. Foi um momento muito marcante na minha vida como mãe. Consegui amamentá-lo ainda na primeira hora de vida. Apesar das dificuldades iniciais, a equipe foi muito parceira, me ajudou e me acolheu. Todo mundo que me atendeu me fez sentir respeitada e segura durante o parto”, salientou.

Além do cuidado humanizado e das ações de incentivo ao aleitamento materno, o Hospital e Maternidade Dona Regina também se destaca pelos números expressivos na assistência materno-infantil. Em março deste ano, a unidade alcançou a marca de 436 partos realizados, refletindo a atuação da equipe na assistência materno-infantil. Desse total, 184 foram partos normais, correspondendo a 42% dos procedimentos, enquanto 252 ocorreram por cesariana, representando 58% dos nascimentos registrados no período. Os dados evidenciam o compromisso da unidade em garantir atendimento seguro e qualificado às gestantes, respeitando as necessidades clínicas de cada caso.

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Estrutura e suporte

A Equipe Matricial de Humanização (EMH) da maternidade é composta por profissionais como fisioterapeuta, enfermeira, psicólogas, assistentes sociais e administrativa. Mensalmente, é realizado um conjunto de ações voltadas à preparação de gestantes e acompanhantes. Entre as atividades, está o curso de preparação para o parto, ofertado em formato presencial e on-line, oficina de amamentação ofertada a cada dois meses de forma on-line, sob orientação de uma profissional de fonoaudiologia, com apoio da equipe de humanização.

Outro serviço disponível é a visita guiada à maternidade, momento em que gestantes e acompanhantes conhecem a estrutura e o fluxo de atendimento. A atividade é agendada e ocorre, em geral, às terças-feiras, podendo haver datas extras conforme a demanda. Para garantir melhor organização e acolhimento, os grupos são reduzidos.

As iniciativas têm como objetivo preparar as gestantes para o parto, o nascimento e os primeiros cuidados com o bebê, incluindo orientações sobre a Golden Hour e o início da amamentação ainda nas primeiras horas de vida.

Aleitamento materno

O leite materno é o melhor alimento para bebês e a forma de proteção mais eficiente para diminuir as taxas de mortalidade infantil. Segundo o Ministério da Saúde, a amamentação é capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos.

O aleitamento materno protege a criança da diarreia, de infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta. Mães que amamentam também são protegidas em relação a diversas doenças. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses de vida.

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