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Prefeitura de Gurupi orienta população para substituição de árvores Nim Indiano por espécies nativas

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A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, por meio da Diretoria Municipal de Meio Ambiente (DIMA), publicou em fevereiro uma nota técnica informativa orientando sobre a substituição e proibição da espécie Nim Indiano (Azadirachta indica A. Juss). A nota orienta, que essa espécie seja substituída por espécies vegetais nativas dos biomas do Tocantins e proíbe o plantio de novas mudas dessas árvores na cidade, conforme estabelece a Lei Estadual nº 4540/2024.

Estudos científicos indicam que essa espécie exótica de origem asiática apresenta impactos negativos ao meio ambiente, especialmente às populações de abelhas Apis mellifera, agentes essenciais para a polinização e manutenção da biodiversidade.

Além disso, o crescimento do sistema radicular do Nim Indiano ocorre de forma proporcional à sua copa, o que pode ocasionar danos a calçadas, muros e tubulações. Dessa forma, considerando os impactos ambientais e estruturais dessa espécie, a Diretoria de Meio Ambiente propõe um programa de substituição gradativa das árvores de Nim Indiano por espécies nativas do Cerrado.

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Substituição de mudas

O diretor de Meio Ambiente, Diego Rocha, explica que esse trabalho gradativo será realizado em parceria com a Agência Gurupiense de Desenvolvimento, por meio do Viveiro Municipal, que fará a doação de mudas nativas. Ele destaca que inicialmente é um trabalho de conscientização e que serão priorizadas as substituições em áreas próximas a matas nativas e a região de criação de abelhas.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Wilson Souza, destaca que o objetivo da proposta é preservar a identidade ecológica do município, proteger a biodiversidade e incentivar uma arborização urbana sustentável e reforça a importância da participação da população nesse processo.

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Gurupi implanta ovitrampas para reforçar monitoramento e prevenção à dengue

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Inédita no município, a ação será realizada pela Prefeitura de Gurupi, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, nesta quarta-feira, 22, em diversos bairros da cidade. Ao todo, 250 armadilhas serão instaladas a partir das 8h por equipes de agentes de combate às endemias.

A novidade chega no município para fortalecer o monitoramento do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. “ 5 dias depois de instalar as armadilhas os agentes retornam para recolher. Com os dados coletados, o município poderá identificar com mais precisão os locais com maior infestação e direcionar ações de prevenção e controle, como mutirões de combate à dengue e visitas domiciliares”, explicou a coordenadora de Endemias Nathálya Rodrigues.

Como funcionam

As ovitrampas são recipientes escuros com água e uma palheta de madeira, desenvolvidos para simular um criadouro ideal e atrair a fêmea do mosquito no momento da postura dos ovos.

As palhetas são recolhidas para análise, permitindo medir a presença do mosquito em cada região monitorada. As armadilhas são seguras, não oferecem riscos à população e não atraem mosquitos para dentro das residências.

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Casos em queda e cenário de baixo risco

Os dados epidemiológicos de 2025 apontam redução nos casos de dengue em Gurupi ao longo do ano. O município registrou 218 casos confirmados de dengue e 10 de chikungunya.

Os maiores registros ocorreram no início do ano: fevereiro teve 47 casos de dengue, março 40 e abril 28. Já nos últimos meses do ano, os números caíram para sete casos em setembro, sete em outubro, três em novembro e nove em dezembro.

O cenário coloca Gurupi como município de baixo risco, resultado das ações contínuas de prevenção desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde. Mesmo com os índices controlados. A Secretaria reforça que o combate ao mosquito depende da colaboração da população, com limpeza de quintais, eliminação de recipientes com água parada e recebimento das equipes de endemias durante as visitas domiciliares.

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