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Governo do Tocantins participa do primeiro Encontro Internacional de Gestores de Polícia Comunitária em Brasília

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Na manhã da última terça-feira, 27, teve início em Brasília, o I Encontro Internacional de Gestores de Polícia Comunitária, com foco na elaboração de estratégias para aprimorar a atuação da Polícia Comunitária. Organizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o evento reúne autoridades de todo o Brasil. A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins está representada pelo diretor de Polícia Comunitária, tenente-coronel Carlos Magno Gomes da Costa, e pela delegada Suzana Fleury Orsine, que também atua na diretoria.

Durante o evento são discutidas e avaliadas práticas de prevenção e enfrentamento à violência e criminalidade, com o objetivo de fortalecer o sistema nacional de polícia comunitária.

O diretor de Polícia Comunitária da SSP/TO, tenente-coronel Carlos Magno Gomes da Costa, destaca a relevância da participação do Tocantins, afirmando que o evento oferece uma oportunidade valiosa para o Estado se inspirar em modelos bem-sucedidos de outras regiões e compartilhar suas próprias experiências e soluções, promovendo um diálogo enriquecedor que beneficia a segurança comunitária em todo o país.

“O Tocantins está novamente presente em um evento crucial para a segurança pública, reunindo forças de segurança envolvidas com a Polícia Comunitária. Este encontro proporciona uma valiosa troca de experiências e práticas com representantes de outras regiões. Ele não só permite que o Tocantins se inspire em modelos de sucesso de outros estados, mas também contribua com suas próprias experiências, promovendo avanços significativos na segurança comunitária e no fortalecimento das políticas públicas na área”, afirma.

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A cerimônia de encerramento do encontro está agendada para o final da tarde desta quarta-feira, 28.

 

Evento

O 1º Encontro Internacional de Gestores de Polícia Comunitária reúne painéis para discussões sobre políticas públicas sobre os seguintes temas: trajetória da polícia Comunitária no Brasil; equipamentos públicos, urbanismos sociais e Polícia Comunitária; conselhos comunitários de segurança; tecnologias aplicadas à segurança da comunidade; Polícia Comunitária aplicada a territórios vulneráveis; experiências internacionais da Polícia Comunitária aplicada; Polícia Comunitária aplicada à segurança escolar; resolução pacífica de conflitos: ferramenta de Polícia Comunitária aplicada aos conflitos mediáveis; organizações criminosas: disputa de ordens em territórios vulneráveis; políticas transversais de segurança pública cidadã; e plenária dos gestores de Polícia Comunitária das instituições que integram o Sistema Único de Segurança.

 

Polícia Comunitária

A implementação da Polícia Comunitária visa oferecer serviços que atendam diretamente às necessidades da sociedade e busca garantir que esses serviços correspondam às expectativas de proteção das pessoas. O modelo brasileiro de segurança cidadã tem como foco principal os territórios vulneráveis e abrange diversas formas de atuação, como o enfrentamento da violência contra a mulher e a preservação de conflitos em escolas por meio de mediação pacífica.

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TOCANTINS

Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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