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SES-TO firma parceria com a UFT para atendimento integrativo às vítimas de violência sexual

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A busca por uma assistência mais humanizada às vitimas de violência sexual atendidas no Sistema Único de Saúde (SUS) tocantinense, levou a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) a firmar uma parceria com o Centro de Práticas Integrativas Complementares da Universidade Federal do Tocantins (CEPIC-UFT). O acordo foi firmado na segunda-feira, 05 e contou com a presença de representantes do Serviço de Atendimento à Pessoa em Situação de Violência Sexual (SAVIS) do Hospital e Maternidade Dona Regina (HMDR) e da unidade educacional.

O encontro evidenciou o compromisso conjunto em desenvolver abordagens inovadoras e integrativas para lidar com a violência sexual, reconhecendo a importância de uma resposta holística e sensível a essa questão. Tanto o SAVIS quanto a Universidade Federal de Tocantins demonstraram entusiasmo com as possibilidades de colaboração e esperam avançar na implementação de estratégias conjuntas nos próximos meses.

Durante o encontro, a coordenadora do SAVIS, Sâmia Chabo, ressaltou a importância das Práticas Integrativas no processo de recuperação das vítimas, destacando sua capacidade de promover a resiliência e o bem-estar emocional das pacientes. “As Práticas Integrativas oferecem um caminho para a cura holística, abordando não apenas os aspectos físicos, mas também os emocionais e mentais das sobreviventes de violência sexual”.

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A coordenadora do Laboratório de Práticas Integrativas da Universidade Federal de Tocantins, Ana Edith, enfatizou a relevância da expansão dessas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS) como ferramentas essenciais para promover a saúde integral e o bem-estar das pessoas atendidas. “A integração das Práticas Integrativas no SUS representa um passo significativo para oferecer suporte emocional e terapêutico abrangente às vítimas de violência sexual”, acrescentou Ana Edith.

Dados

Segundo os dados do Serviço de Atenção Especializada às Pessoas em Situação de Violência Sexual (SAVIS) do Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), em 2023 foram atendidos 346 novos casos. Referência no Tocantins, o serviço funciona desde 2012, é aberto todos os dias, 24 horas, sem necessidade de encaminhamento. Se precisar de ajuda, ou informações sobre o atendimento é preciso ligar no telefone: 63 3218-7786.

CEPIC

O local oferece um quadro com terapias holísticas, que fazem parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do SUS (PNPIC) e o atendimento é realizado por professores da UFT e por terapeutas tocantinenses parceiros do Centro. Os serviços oferecidos são totalmente gratuitos e abrangem tanto a comunidade acadêmica e servidores da UFT, e também a comunidade externa.

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Quem procurar a unidade pode receber os serviços de: Massoterapia; Bambuterapia; Ventosaterapia; Reflexologia Podal; Termoterapia com pedras vulcânicas; Auriculoterapia; Barra de Acess; Reiki; Thetahealing; Constelação Familiar em Grupo; Aromaterapia; Arteterapia, entre outros.

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TOCANTINS

Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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