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Governador Wanderlei Barbosa prestigia Festa da Colheita do Capim-Dourado na comunidade Mumbuca e lança selo comemorativo dos 35 anos do Tocantins

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O governador Wanderlei Barbosa, acompanhado da primeira-dama Karynni Sotero, lançou nesse domingo, 17, o selo comemorativo dos 35 anos do estado do Tocantins, no povoado Mumbuca, há 32 km da cidade de Mateiros, na região do Jalapão, onde prestigiou a Festa da Colheita do Capim-Dourado e participou da inauguração do posto de saúde local.

O selo conta com marcas compostas por traços que remetem à identidade do Governo, com as cores amarela, azul e branca da bandeira do Estado, também presentes no nome da música que será o lema da campanha dos 35 anos de criação do Tocantins.

O Governador ressaltou a importância da aproximação com a comunidade para ouvir as demandas locais e reafirmou o compromisso de interligação da região por meio de rodovias de qualidade.” A população pode contar conosco, porque somos um Governo de resultados”, frisou Wanderlei Barbosa, anunciando a autorização ao Naturatins para emissão da licença ambiental para o trecho rodoviário que liga o povoado de Mumbuca à comunidade Boa Esperança. “Queremos proporcionar essa condição de mobilidade mais rápida para a população local e favorecer muito mais o turismo na região do Jalapão.

O secretário estadual do Turismo, Hercy Filho, ressaltou que pela primeira vez o povoado Mumbuca contou com uma estrutura para a Festa da Colheita do Capim-Dourado à altura do povo do Jalapão. “A estrutura deste ano consolidou a festa como um destino também para os turistas”, salientou o secretário, ressaltando o trabalho realizado pelo Estado para estruturar os destinos turísticos e formar o maior corredor turístico do Brasil.

Festa da Colheita

A festa marcou o início da colheita do capim-dourado, quando a comunidade celebra a haste que deu a ela notoriedade e renda durante todo o ano. A Festa da Colheita do Capim-Dourado foi promovida pela Associação dos Artesãos do Povoado Mumbuca, com apoio do Governo do Tocantins, e atraiu visitantes que tiveram a oportunidade de conhecer a cultura, as tradições e verificar como se dá o processo de produção do artesanato de capim-dourado.

A programação teve início na sexta-feira, 15, e encerrou nesse domingo, 17, com mesa de debates de temas como manejo do fogo e do capim-dourado e a importância do turismo de base comunitária para Mumbuca, além de maratonas, torneio de futebol, cavalgada, cultos religiosos, corrida de cavalos, mesa redonda e apresentações culturais, desfiles, roda de conversa e outras atrações. O ponto alto do evento foi a colheita simbólica do capim-dourado e o desfile de moda com adornos em capim-dourado. O encerramento da programação contou com show gospel com a dupla Daniel e Samuel.

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O prefeito de Mateiros, pastor João Martins, destacou o crescimento da estrutura da festa. “Este ano tudo está diferente. Pela primeira vez contamos com uma estrutura deste porte e graças a este apoio do Governo do Tocantins tivemos muitos turistas e visitantes. O governador Wanderlei Barbosa abraçou o Jalapão porque entende a importância da região para o Tocantins e para o Brasil”, destacou o prefeito.

“O capim-dourado para nós é vida; ele transformou a vida do nosso povo do Mumbuca e do Tocantins. Ganhou o mundo com dona Miúda e hoje representa a arte e guarda essa tradição deixada pelos nossos antepassados, guardada com muito carinho, que hoje representa também a nossa sobrevivência; é o coração da nossa economia, coração da nossa cultura”, ressaltou a diretora executiva da Associação de Artesãos e Extrativistas do Povoado do Mumbuca, Railane Ribeiro.

Noêmia Ribeiro, mas conhecida como doutora, filha de dona Miúda, além de moradora mais antiga do lugar, é uma das personagens mais conhecidas na comunidade e não mede palavras para enaltecer a importância do capim-dourado para o povoado. ” Com o capim-dourado e o trabalho da minha mãe nós conhecemos muitos lugares e nossa arte hoje é conhecida no mundo inteiro”.
A secretária de Estado dos Povos Originários e Tradicionais, Narubia Werreria, destacou a Festa da Colheita do Capim-Dourado como um exemplo para as demais comunidades. “Um evento desse é único e exemplo para todas as comunidades dos povos tradicionais e é muito importante a presença do governador Wanderlei Barbosa. É uma demonstração de comprometimento com as nossas raízes, com a beleza cultural, com o fortalecimento de tudo que é nosso, povos tradicionais, quilombolas e indígenas. Essa festa é símbolo, mostra toda a força e resistência do povo quilombola”.

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 Capim-dourado

Apesar do nome, o capim-dourado não é um capim, pois não pertence à família das gramíneas. A haste dourada com uma pequena flor branca no topo é, na verdade, da família das sempre-vivas. Considerado uma das preciosidades do Tocantins, o capim-dourado brota em outros estados do Brasil, onde há incidência do bioma Cerrado: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Bahia. O capim-dourado constitui a principal matéria-prima para a confecção de bolsas, bijuterias e objetos de decoração feitos por artesãos, principalmente os quilombolas que residem na Área de Proteção Ambiental do Jalapão. Foram os artesãos do povoado Mumbuca que tornaram a produção de peças em capim-dourado famosas pela beleza e conhecidas em todo o Brasil e no exterior.

O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) fiscaliza e monitora a região para evitar que possíveis incêndios ou queimadas ilegais cheguem até os campos de capim-dourado e também para evitar a colheita clandestina. Outra regra que precisa ser observada pelos coletores do capim-dourado é que as hastes não podem sair  in natura da região, apenas em forma de artesanato. A partir do dia 20 de setembro, a colheita estará liberada pelo Naturatins àqueles que contam com a carteira para esta finalidade.
 
Posto de Saúde
O governador Wanderlei Barbosa também participou, nesse domingo, 17, da inauguração do Posto de Saúde da Comunidade Mumbuca Laurentina Ribeiro Matos, construída com recursos da Prefeitura de Mateiros. Durante o evento, o Governador reafirmou o compromisso de disponibilizar uma ambulância para a unidade de saúde.
Aniversário do Tocantins

Durante a programação na região do Jalapão, o governador Wanderlei Barbosa convidou a comunidade para participar das comemorações dos 35 anos de criação do estado do Tocantins e anunciou os artistas que vão celebrar a festa, em Palmas: Anavitória; Maiara e Maraisa; Ivonei Fernandes; Rick e Renner; Lauana Prado; e Flaguim Moral.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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