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SECRETÁRO MARCELLO LELIS

Em Belém, secretário Marcello Lelis representa o Tocantins e destaca compromisso da gestão estadual em prol da redução do desmatamento

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Cumprindo intensa agenda em Belém (PA), o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins, Marcello Lelis, participou nesta quinta-feira, 10, de compromissos paralelos à Cúpula da Amazônia, encerrada na quarta, 09. A agenda complementar incluiu um encontro com o tema “Inovação, Finanças e Natureza”, iniciativa do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal em parceria com a Nature Finance.

O secretário teve a companhia do secretário da Agricultura e Pecuária do Tocantins, Jaime Café, além do secretário executivo da mesma Pasta, Adenieux Santana, e da diretora de Inteligência Ambiental, Clima e Florestas da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Cristiane Peres.

Explorando a bioeconomia no contexto da Cúpula da Amazônia, o evento contou com diversos painéis que trataram de temas como tecnologia, finanças e estratégias de investimento para a região, tendo como público representantes de governos, setor privado, instituições financeiras, organizações filantrópicas, ONGs e universidades.

Um desses painéis, nomeado “Governadores da Amazônia trazendo suas perspectivas sobre a bioeconomia”, contou com a participação ativa do secretário Marcello lelis, que representou o governador Wanderlei Barbosa. Respondendo várias perguntas, ele destacou o esforço do Governo do Estado em busca de soluções inteligentes e inovadoras para o enfrentamento do desmatamento e da degradação florestal, como o Programa Jurisdicional de REDD+ do Tocantins.

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“Nós estamos em pleno processo de implementação desse projeto, que pela sua envergadura revolucionará toda a nossa política ambiental, envolvendo as comunidades indígenas e tradicionais, além dos agricultores familiares, os médios e também os grandes produtores rurais do Estado. A aposta nesse projeto é muito grande, pois não se trata apenas de futuro, mas do agora, o presente, já que em breve começam a entrar os primeiros recursos”, ressaltou.

Durante a programação na capital paraense, o gestor da Semarh do Tocantins dividiu ainda experiências e ideias com os colegas gestores ambientais dos estados da Amazônia Legal, como a secretária de Meio Ambiente e das Políticas Indígenas do estado do Acre, Julie Messias, e o secretário do Meio Ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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