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FENEARTE 2023

Artesãos tocantinenses comercializam suas peças na Fenearte 2023

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Levando a arte tocantinense para a região nordeste do Brasil, artesãos e entidades representativas do Estado expõem o seu trabalho na Feira Nacional de Negócios do Artesanato, a Fenearte, que acontece em Olinda (PE) até 16 de julho. Os trabalhos expostos serão comercializados ao longo de 12 dias de evento, com uma variedade de materiais que vão desde o capim dourado a matérias-primas como a cerâmica e a madeira.

Com o tema Loiceiros de Pernambuco: arte da terra, poesia das mãos, o evento reúne diversas formas de artesanato, não só do estado de Pernambuco, mas de todo o Brasil, através do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), e de outros países. Em maio, a Secretaria da Cultura (Secult) divulgou um edital para seleção de artesãos e entidades representativas do Tocantins e o resultado definitivo com os selecionados foi divulgado em junho, reunindo artesãos e entidades de todo o estado.

Em visita ao estande do Tocantins, Raissa Rossiter, diretora nacional do PAB, explicou a importância da participação do artesanato dos estados brasileiros na feira. “O Programa do Artesanato Brasileiro está promovendo a participação de artesãos e artesãs de 22 estados. É um momento muito importante para abrir novas oportunidades de mercado, para divulgar a arte, a cultura popular e o trabalho riquíssimo que é feito nos estados”.

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Na oportunidade, Raissa também comentou sobre a participação do Tocantins na Fenearte. “Quero parabenizar o estado do Tocantins que está muito bem representado. Nós queremos cada vez mais fortalecer esse trabalho, fortalecer e valorizar a força que o artesanato tem no país”, finalizou.

A Fenearte é uma oportunidade para a  divulgação e expansão do trabalho artesanal dos produtores do Tocantins, que podem levar a sua arte para outras localidades, seja a nível nacional ou internacional. Na edição de 2022, o total apurado em vendas por artesãos tocantinenses chegou a R$ 145.337,00. No que diz respeito às encomendas de peças, o faturamento atingiu R$ 86.877,00. Este ano, o saldo de vendas do primeiro dia já representa quase R$ 18.000,00, além de mais de R$ 8,000 em peças encomendadas.

Do município de Ponte Alta do Tocantins, a artesã Angliotônia Sousa Amaral já participou da feira 3 vezes, comercializando seus produtos feitos em capim dourado. “A feira em si reúne muitas pessoas e a gente conhece pessoas novas, divulga o trabalho, então é um luxo estar aqui. Espero que essa edição seja ainda melhor que os outros anos”, comentou.

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Segundo Núbia Cursino, servidora da Secult e coordenadora do PAB no Tocantins, o estado trouxe tipologias variadas para a comercialização na feira. “Trouxemos o capim dourado, a seda e a palha de buriti, o babaçu, a cerâmica, a madeira, o couro, além da boneca Ritxòkò, que é um patrimônio histórico do nosso Tocantins, então o estado está sendo bem representado por todos os artesãos”, finaliza.

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TOCANTINS

Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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