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Dia Internacional da Síndrome de Down

No Dia Internacional da Síndrome de Down: educação inclusiva está consolidada nas unidades de Ensino do Tocantins: educação inclusiva está consolidada nas unidades de Ensino do Tocantins

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O Dia Internacional da Síndrome de Down, instituído pela Lei 14.306, de 2022, é comemorado no dia 21 de março. Atualmente, 324 estudantes com a síndrome estão matriculados nas escolas da rede estadual de ensino do Tocantins, incluindo as Escolas Especiais das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes). A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) tem trabalhado constantemente para a inclusão desses estudantes no ensino regular.

Para a gerente de Educação Especial da Seduc, Paola Regina Martins, a data evidencia o potencial e a inclusão social que se deve ter com este público a fim de promover cada vez mais a independência e autonomia dos estudantes. “No âmbito educacional, é preciso que se tenha atenção ao plano de ensino individualizado com base nas estratégias e possibilidades que venham favorecer o desenvolvimento pedagógico e acadêmico destes estudantes”.

A educação inclusiva visa garantir o atendimento educacional especializado em todas as escolas, conforme institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). No Tocantins, 450 turmas recebem suporte por meio das salas de recursos multifuncionais, dotadas de equipamentos, mobiliários, materiais pedagógicos e de acessibilidade, buscando atender às especificidades dos alunos.

Para promover o desenvolvimento das potencialidades dos estudantes, o acompanhamento pedagógico oferecido aos alunos com Síndrome de Down utiliza técnicas diferenciadas, o que já é uma realidade em 244 escolas do Estado.  Em casos com maior comprometimento dos estudantes, profissionais capacitados fazem o acompanhamento para mediar as possibilidades do estudante nas diversas disciplinas. Esses profissionais ficam dentro das salas de aula, apoiando não só no que diz respeito à inclusão, mas também na parte pedagógica.

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Erivalda Vieira Araújo, mãe do estudante Mateus Divino Araújo, aluno da Escola Estadual Novo Horizonte, de Palmas, disse que seu filho sempre teve ótimo acolhimento na unidade de ensino. “Para mim a escola está em primeiro lugar, lá todos o conhecem e o apoiam. Ele tem acompanhamento pedagógico especializado e um bom relacionamento com todos. Gosto muito de como ele é tratado lá”, relatou.

A profissional de Apoio Escolar Especial e Inclusão, professora Ana Carolina Castro da Silva, destacou que Mateus tem diversas habilidades. “Ele tem excelente concentração e ótima percepção de didática para pintura. A Sala de Atendimento Educacional Especializado possibilita explorar essas aptidões da maneira mais adequada possível”, explicou.

Apae

A Seduc é parceira das Apaes por meio de convênio de pessoal. A pasta cede professores e servidores, bem como o repasse de recurso da Escola Comunitária de Gestão Compartilhada, que é feito diretamente para as unidades escolares das Apaes. Trabalha-se nessas escolas a escolarização, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e oficinas pedagógicas, onde se desenvolvem as habilidades manuais dos estudantes.

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No Estado há 41 Apaes, destas, 33 têm escolas especiais conveniadas com a Secretaria da Educação. Lembrando que há unidades que têm convênio com municípios e outras parcerias.

Caee

Além das escolas regulares e especiais, a rede estadual de educação do Tocantins conta ainda com o Centro de Atendimento Educacional Especializado Márcia Dias Costa Nunes (Caee). A unidade, localizada em Palmas, atende a 123 pessoas com deficiências. Destas, cinco são estudantes com síndrome de Down.

Síndrome de Down

As pessoas com Síndrome de Down têm 47 cromossomos, o que as diferencia das demais pessoas, que possuem 46. Os cromossomos são responsáveis por características como a cor dos olhos, formato do nariz, altura, dentre outras. Qualquer pessoa pode nascer com essa síndrome, também conhecida como trissomia do cromossomo 21.

As características das pessoas com Síndrome de Down são olhos puxadinhos, marca na mão, separação grande entre os dedos do pé, patologias cardíacas e precisam de comunicação simples para aprender.

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TOCANTINS

Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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