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Em Porto Nacional, Governo do Tocantins prestigia decisões de tradicional campeonato de futebol society de terrão

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O secretário de Estado dos Esportes e Juventude, Elenil da Penha, prestigiou as decisões do Campeonato Viva o Futebol, na Arena Imperial, em Porto Nacional. A competição chega na sua 13ª edição e já se consagrou como uma das mais tradições de futebol society de terrão do Tocantins. Na ocasião, o titular da pasta também representou o governador Wanderlei Barbosa.

“Mais uma grande competição, pois sempre o esporte acontece em Porto Nacional. Em nome do governador Wanderlei Barbosa, posso dizer que tudo o que pudermos fazer para apoiar o esporte e a juventude tocantinense, estaremos a disposição”, enfatizou o secretário Elenil da Penha.

O prefeito de Porto Nacional, Ronivon Maciel, agradeceu a participação do Governo do Tocantins no evento esportivo. “Ficamos muito honrados em receber o secretário dos Esportes e Juventude, Elenil da Penha, na 13ª edição do Viva o Futebol, grande campeonato de terrão que acontece em Porto Nacional. Nos sentimos orgulhos por esse campeonato, pois com certeza, é um dos principais campeonatos de terrão do Tocantins”, disse o gestor.

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O secretário Municipal de Esporte e Lazer de Porto nacional, Diógenes Gonçalves, destacou a importância do evento esportivo que movimentou mais uma vez o município de Porto Nacional. “Foram 32 equipes, mais de 700 atletas, com uma média por fim de semana de 3 a 5 mil pessoas e agora com essa grande festa na final dos veteranos, feminino e da categoria principal”.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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