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Unitins convoca aprovados na segunda chamada do Vestibular 2026/1 para matrículas

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A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) divulgou nessa quinta-feira, 5, a convocação para matrículas dos aprovados na segunda chamada do Vestibular 2026/1. O documento apresenta a relação dos candidatos selecionados para todos os cursos presenciais ofertados nos cinco câmpus da Unitins, incluindo os quatro novos cursos: Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia e Terapia Ocupacional no Câmpus Palmas. Acesse a lista de convocados na página do edital.

Os candidatos convocados devem seguir atentamente as orientações previstas no edital e anexar toda a documentação exigida no momento da solicitação, sob pena de perda da vaga. A matrícula será efetivada apenas para os candidatos que comprovarem a conclusão do Ensino Médio. Além disso, os acadêmicos devem ficar atentos após o deferimento da matrícula on-line, pois deverão apresentar a documentação presencialmente na Secretaria Acadêmica do Câmpus ao qual o curso está vinculado, no prazo de até 30 dias, conforme estabelecido no edital.

Todas as orientações, a relação completa de documentos exigidos e os contatos das secretarias acadêmicas da Unitins estão disponíveis no edital de Convocação para Matrícula da 2ª chamada do Vestibular 2026/1. Acesse aqui.

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Vestibular 2026/1

O Vestibular 2026/1 da Unitins ofertou 861 vagas em 21 cursos de graduação presenciais e gratuitos, distribuídas entre as modalidades de ampla concorrência e sistema especial de reserva de vagas, conforme a Lei Estadual nº 3.458, de 17 de abril de 2019. Do total de vagas, 50% são destinadas a estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, com reserva específica para pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, também oriundos da rede pública.

As provas foram aplicadas de forma simultânea no dia 7 de dezembro, em seis cidades do Estado.

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CRMV-TO promove orientação e conhecimento sobre a leishmaniose visceral

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Com foco na promoção de conhecimento e orientações aos profissionais, estudantes e à comunidade em geral, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins (CRMV-TO), por meio da Comissão de Uma Só Saúde, realizou nessa quinta-feira, 27, o primeiro webinar sobre saúde única, que abordou sobre a leishmaniose visceral no Tocantins. O webinar foi transmitido ao vivo no canal do Conselho no Youtube.

O evento foi conduzido pelo biólogo Júlio Bigeli, da Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES), o médico-veterinário Admilson Modesto, da Unidade de Vigilância de Zoonoses de Araguaína, e a bióloga Marta Malheiros, da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses de Palmas. Esses profissionais atuam na linha de frente do combate à zoonose e abordaram sobre o cenário da Leishmaniose Visceral no Tocantins; ações de vigilância de casos da doença em humanos e encoleiramento canino, dentre outros temas pertinentes.

A médica-veterinária e presidente da Comissão de Uma Só Saúde do CRMV-TO, Iza Alencar, explica sobre a importância da realização desse evento.

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“Esse webinar faz parte das ações que estão sendo desenvolvidas pelo CRMV-TO no âmbito da Uma Só Saúde e tem a finalidade de divulgar este tema entre os profissionais e estudantes da medicina veterinária, zootecnia, e demais categorias da saúde humana e meio ambiente. A abordagem da Uma Só Saúde ainda é pouco conhecida e precisamos ampliar o nosso olhar para sempre atuar de forma integrada, reconhecendo as ligações existentes entre o meio ambiente, a saúde humana e a saúde animal, e crescermos quanto ao nosso papel social na saúde única”, pontuou Iza Alencar.

Entenda sobre a doença

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para o ser humano e apresenta grande relevância para a saúde pública. A doença é transmitida pelo mosquito-palha que atua como vetor e sua presença é favorecida por ambientes úmidos e ricos em matéria orgânica, como fezes de animais e acúmulos de folhas.

O cão é o principal reservatório da doença, pois ao ser acometido, torna-se fonte de alimentação e contaminação para outros vetores, mantendo assim o ciclo da doença e favorecendo a infecção também de pessoas.

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