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POVOS QUILOMBOLAS

SES-TO debate a garantia do direito à saúde dos povos quilombolas

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A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) participou na quarta-feira, 10, de uma reunião em conjunto com a Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot), com objetivo de proporcionar ações assertivas que viabilizam de forma coletiva e integral o acesso de saúde à população quilombola do Tocantins. Segundo dados do IBGE de 2022, são 12.881 quilombolas vivendo no território tocantinense.

“Essa reunião tem objetivo de garantir os direitos dos povos tradicionais e originários do nosso estado, enquanto princípio básico nas políticas do SUS. Nossa Secretaria tem o compromisso de ouvir as demandas e trabalhar de maneira coletiva junto a Sepot, para melhoria da saúde das trabalhadoras e trabalhadores e consequentemente possibilitar o atendimento aos usuários com equidade, territorialidade e respeito a cada realidade do nosso estado”, afirmou a assistente social da Equipe Técnica do Programa Diversidade na Saúde (PDS), Bianca Pereira.

A secretária executiva da Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais  (Sepot), Cristiane Freitas, relatou que “o propósito do programa Diversidade está em muita concordância com o que a Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais  tem como ideal junto aos Povos Originários e Tradicionais. E é por isso que estamos juntos nessa ideia transversal com equidade. Com essa união entre a Sepot e a Saúde, o estado do Tocantins cumpre os princípios do Sistema Único de Saúde de fato”.

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“A Diretoria de Proteção aos Quilombolas, tem a honra de participar e se inteirar das ações desenvolvidas no âmbito do Programa de Diversidade. Sendo este um mecanismo para viabilizar o acesso de saúde da  população  Quilombola do Estado do Tocantins. Este programa tem um propósito excelente quanto à equidade nunca visto antes. Nisto, tenho a certeza de que todos os territórios quilombolas serão contemplados.  É imprescindível tratar de maneira digna a questão de saúde deste grupo que compõe a diversidade étnica do Tocantins”, afirmou a Diretora de Proteção aos Quilombolas (DQP) da (Sepot), Ana Cláudia Matos.

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TOCANTINS

Detran/TO realiza vistoria dos transportes escolares nos 139 municípios do estado

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O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), iniciou nesta segunda-feira, 3, o trabalho de vistoria dos transportes escolares do segundo semestre de 2026. A inspeção segue até o dia 5 de setembro e tem como objetivo verificar se os veículos utilizados no transporte de estudantes estão em condições adequadas de circulação, conforme as diretrizes do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

As inspeções serão realizadas nos 139 municípios do Tocantins, conforme cronograma disponível em: https://central.to.gov.br/download/487462. Durante a vistoria, são verificados 32 itens de segurança, além da documentação dos veículos. Também é conferido se os condutores possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria compatível com a atividade e curso especializado para transporte escolar.

Termo de Autorização de Transporte Escolar

Os veículos que atenderem a todas as exigências relacionadas aos itens de segurança, documentação e habilitação do condutor recebem o Termo de Autorização de Transporte Escolar, afixado no para-brisa dianteiro, com validade de seis meses.

Já os veículos considerados inaptos ficam impedidos de circular até que todas as irregularidades sejam sanadas e aprovadas em nova vistoria.

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Após a conclusão das inspeções, é elaborado um relatório com os resultados, encaminhado ao Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) para as providências cabíveis em relação às irregularidades constatadas.

Penalidades

A circulação de veículo escolar considerado inapto configura infração gravíssima, sujeita à aplicação de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), remoção do veículo e multa de R$ 1.467,35, conforme o artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro.

Quando o condutor estiver realizando transporte escolar sem o curso especializado obrigatório, a infração também é de natureza gravíssima, com sete pontos na CNH, multa de R$ 293,47 e retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado.

Circular com veículo inapto também pode resultar em responsabilização por improbidade administrativa. Irregularidades na prestação do serviço de transporte escolar podem ser comunicadas aos órgãos responsáveis pela fiscalização de trânsito, como o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), a Polícia Militar (PM), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

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