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Jalapão é destaque

Segurança no Jalapão é destaque em pesquisa Nacional

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A pesquisa “melhores destinos” contou com a participação de quase 15 mil leitores do informativo, considerando viagens realizadas em 2022. A avaliação levou em consideração quesitos como custo-benefício, atrações, receptividade/simpatia, gastronomia e segurança.

O Jalapão se tornou um dos principais destinos turísticos do país e por isso a segurança passou a ser prioridade na região. Em março de 2022, o Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, por meio da Polícia Militar, lançou a Companhia de Policiamento Turístico (CPTUR), uma nova modalidade de policiamento que tem como objetivo dar mais segurança aos turistas e moradores do Jalapão.

A Companhia funciona dentro da estrutura do Batalhão de Polícia Militar Rodoviário e Divisas (BPMRED) com bases avançadas no Aeroporto de Palmas – Brigadeiro Lysias Rodrigues; no distrito de Taquaruçu; em Ponte Alta do Tocantins; em São Félix do Tocantins e em Mateiros.

A sede administrativa da CPTUR funciona na sede do aeroporto de Palmas e nas demais localidades, existem postos avançados para apoiar as patrulhas em deslocamento para os pontos turísticos da região.

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A companhia conta ainda com veículos off road modelo Wrangler adequados para superar as adversidades naturais do Jalapão e atender possíveis ocorrências na região do Jalapão.

Para o comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, Coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, “a avaliação é uma forma de confirmarmos que estamos no caminho certo e atingirmos nosso objetivo de garantir e aumentar a sensação de segurança para o cidadão. Estamos à postos para garantir a quem vêm ao Jalapão, que o momento seja de boas experiências”, ressaltou.

Pesquisa

O jalapão garantiu o 5º lugar com destaques nos quesitos atrações, simpatia e segurança; sendo a segurança o melhor serviço oferecido no atrativo.

A região do cerrado brasileiro é famosa pelos fervedouros com águas transparentes que englobam vários municípios de diferentes áreas de preservação, entre elas o parque estadual do Jalapão. A área mais turística do Jalapão engloba os municípios de Novo Acordo, Ponte Alta, Mateiros e São Félix, é nessa região onde estão concentrados os principais pontos turísticos e roteiros do Jalapão. Mateiros, principal base para quem visita a região, está distante 300 km da capital Palmas.

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Portaria suspende autorizações de queima controlada no Tocantins até 31 de outubro

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A Portaria nº 190/2026, que suspende a emissão e a vigência das Autorizações Ambientais de Queima Controlada no Tocantins (AQCs), foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 24.

A medida, que entra em vigor na data de sua publicação, estabelece a suspensão das autorizações no período de 27 de julho a 31 de outubro. Durante esse intervalo, ficam suspensas a emissão de novas autorizações e a validade das já concedidas para a realização de queima controlada no estado.

A suspensão foi adotada devido ao risco de incêndios durante a estiagem, período em que a vegetação seca do Cerrado favorece a propagação do fogo.

A norma não se aplica às ações de prevenção e combate a incêndios florestais em Unidades de Conservação (UCs), às atividades educacionais e à agricultura de subsistência de comunidades tradicionais e indígenas.

Em caso de atividades educacionais que envolvam o uso do fogo, as instituições devem comunicar previamente o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

Leia Também:  O Governo do Tocantins apresentou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), nessa quinta-feira, 2, durante audiência em Brasília/DF, com o ministro do MJSP, Ricardo Lewandowski, o projeto Rede de Acesso à Justiça dos Povos Originários e Tradicionais (Rejusto). Uma iniciativa destinada à formação de uma rede comunitária para ampliar o acesso dessas comunidades aos seus direitos. As ações propostas conectam universitários indígenas e quilombolas aos servidores de instituições públicas envolvidas no Sistema de Justiça estadual e federal. O projeto foi apresentado pela secretária dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot), Narubia Werreria, e pelo assessor jurídico da pasta, Hermógenes Alves Lima Sales, acompanhados pelo secretário da Secretaria Extraordinária de Representação em Brasília (Serb), Carlos Manzini Júnior. Também participaram, membros de instituições parceiras como, o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), representado pela juíza auxiliar da Presidência do TJTO, doutora Rosa Maria Rodrigues Gazirie Rossi; e a Defensoria Pública da União (DPU), representada pelo defensor público-geral federal, Leonardo Cardoso; e o assessor de Relações Institucionais, Sergio Armanelli. Para a secretária da Sepot, Narubia Werreria, o compromisso do Governo Federal em apoiar a iniciativa é fundamental para assegurar que todos os tocantinenses, sem distinção de etnias ou identidade, tenham acesso equitativo à justiça. “O Ministério abraçou o projeto e estamos ansiosos para estabelecer uma parceria sólida e produtiva que não apenas leve acesso à justiça aos povos originários e tradicionais do Tocantins, mas que também promova uma verdadeira transformação em suas vidas, fortalecendo as comunidades e garantindo o pleno exercício de seus direitos fundamentais”, afirmou a secretária. O secretário da Serb, Carlos Manzini Júnior, destacou a importância da inclusão do Governo Federal na estratégia de realização do projeto. "Com a apresentação do projeto diretamente ao ministro Ricardo Lewandowski, o Governo do Tocantins abre os caminhos para construir parcerias que possam agilizar etapas do projeto. Sob a liderança do governador Wanderlei Barbosa, vamos atuar como parceiros da Sepot no andamento de outras etapas em conjunto com o Governo Federal para viabilizar a proposta", afirmou. Sobre o Rejusto O projeto visa fortalecer o acesso à justiça para os povos indígenas e quilombolas no estado do Tocantins em quatro fases. Inicialmente, serão oferecidos cursos para os servidores da Defensoria Pública do Estado (DPE), da Defensoria Pública da União (DPU) e da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), ligada ao Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), capacitando-os para compreender as particularidades culturais dessas comunidades, o que resultará em um atendimento mais sensível e eficaz. Na segunda fase serão selecionados e inseridos estudantes universitários indígenas e quilombolas em estágios nas instituições públicas do judiciário no estado, trazendo novas perspectivas para os desafios enfrentados pela justiça em relação a essas comunidades. Na terceira fase haverá capacitação de indígenas sobre os mecanismos de proteção aos seus direitos fundamentais. Por fim, serão oferecidos cursos para formar defensores populares e mediadores comunitários dentro das próprias comunidades, facilitando o acesso à justiça de forma culturalmente apropriada e contribuindo para a harmonia social. A juíza auxiliar da Presidência do TJTO, doutora Rosa Maria Rodrigues Gazirie Rossi, ressaltou que a iniciativa visa assegurar que todas as comunidades tenham voz e representação dentro do sistema judicial. “É com muita alegria que o poder judiciário do Tocantins integra esse projeto que irá garantir aos quilombolas e indígenas, povos originários tocantinense, um acesso amplo, justo e igualitário à justiça”, finalizou.
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