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Secretário da Segurança Pública recebe comitiva de Caseara para tratar de demandas locais

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Nesta quarta-feira, 5, foi a vez dos vereadores, do vice-prefeito Diogo Alves e do prefeito de Caseara, Marcos Carvalho, serem recebidos pelo secretário da Segurança Pública do Tocantins, Bruno Azevedo. Na pauta, demandas que visam fortalecer a atuação da Polícia Civil no município.

Durante o encontro, o secretário se colocou à disposição para implementar medidas que visem ampliar as ações de segurança. “Caseara é um município importante, estratégico do ponto de vista da segurança pública e que faz divisa com estados que têm alguns problemas relacionados à segurança, por isso é muito importante essa visita e faremos de tudo para atender as demandas e reforçar as ações de policiamento em Caseara”, disse o secretário.

Para o prefeito Marcos Carvalho, a reunião foi positiva e o município de Caseara fica agradecido. “Hoje estivemos aqui na Secretaria reivindicando o reforço policial e um veículo para a nossa cidade, para que possamos garantir melhores condições de segurança para toda a nossa comunidade. Fomos muito bem recebidos e ficamos contentes em ver o empenho do secretário em querer atender nossas demandas”, disse o prefeito.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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