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Secretário da Indústria, Comércio e Serviços recebe CEO da Solve Gestão e Negócios para tratar de parcerias no fomento ao crédito

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A CEO da Solve Gestão e Negócios, Francieli Bernardi, esteve na última quinta-feira, 14, na Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços (Sics) para conhecer as políticas públicas do Governo do Tocantins e apresentar o trabalho da empresa — uma das que mais contribuem para a concessão de crédito no Estado. Durante o encontro com o secretário Carlos Humberto Lima, ela também convidou a pasta para ministrar palestra em um evento previsto para ocorrer entre outubro e novembro, em Paraíso do Tocantins, voltado a produtores rurais de grãos e à agroindústria.
A reunião teve como foco a contextualização das ações do governo do Estado através do PICS – Programa de Impulsionamento da Indústria, Comércio e Serviços, que estimulam o acesso e a oferta ao crédito, potecializando o desenvolvimento econômico do Tocantins. Oportunamente, Francieli apresentou as ações da Solve em todo o Estado, destacando o trabalho em planejamento, inovação e oportunidades de financiamento para empresas de diferentes portes.
O evento para o qual a Sics foi convidada é organizado em parceria com o Banco da Amazônia e a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Tocantins (Aprosoja-TO). O objetivo do evento é divulgar linhas de crédito para construção de armazéns de grãos, com condições atrativas do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), como prazos mais longos, carência e taxas reduzidas.
Para o secretário Carlos Humberto Lima, a aproximação com empresas do setor é estratégica para ampliar resultados.
“Ampliar o acesso ao crédito é criar oportunidades para que o produtor e o empresário invistam, aumentem sua capacidade produtiva e gerem mais empregos e renda. A parceria com o setor privado, através das suas entidades representativas, potencializa o alcance dessas ações e fortalece o nosso desenvolvimento econômico”, destacou.
Francieli Bernardi ressaltou a intenção de somar forças com o Estado para viabilizar investimentos e ampliar oportunidades.
“Conversamos sobre os trabalhos que a Solve já vem realizando no Tocantins, principalmente na área de planejamento, inovação e oportunização de crédito às empresas, fomentando crescimento e investimento. Nossa intenção é participar do fluxo de desenvolvimento que o Estado vem alcançando, oferecendo condições de financiamento mais acessíveis, por meio do FNO do Banco da Amazônia, com taxas atrativas, prazos mais longos e carência, beneficiando desde micro e pequenas até médias e grandes empresas”, afirmou.

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Contrato de colaboração financeira com o BNDES formaliza execução de mais de R$ 56 milhões do Fundo Amazônia no Tocantins

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O Contrato de Colaboração Financeira Não Reembolsável entre o Estado do Tocantins e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi assinado nessa segunda-feira, 3, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O instrumento prevê a aplicação de mais de R$ 56 milhões, provenientes do Fundo Amazônia, para a execução do Projeto de Fortalecimento da Gestão Ambiental (SustenTO).

Os valores previstos no contrato serão aplicados no Cadastro Ambiental Rural (CAR), na evolução do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Siggar 2.0), no monitoramento por imagens de satélite, no desenvolvimento do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) e na atualização do Sistema Informatizado do ICMS Ecológico (Siseco), além de ser destinado à aquisição de veículos, equipamentos, drones, computadores e tecnologias para o monitoramento ambiental.

O projeto também abrange o Sistema de Informação dos Serviços da Assistência Técnica e Extensão Rural (Rurater), equipamentos destinados às atividades de prevenção e combate aos incêndios florestais das brigadas do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e sensores para monitoramento da qualidade do ar.

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Etapas técnicas e jurídicas

A assinatura do contrato ocorreu após a conclusão das etapas técnicas, administrativas e jurídicas relacionadas à elaboração e à aprovação da proposta, conforme os critérios de governança estabelecidos pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo BNDES.

Após a aprovação do projeto, realizada ao término das etapas técnicas de análise da proposta, teve início a etapa de formalização do contrato, que incluiu a análise jurídica quanto à necessidade de autorização legislativa para sua celebração.

A análise jurídica realizada pela Semarh, pela Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE/TO) considerou que o contrato possui natureza de colaboração financeira não reembolsável, caracterizada como doação, e não como operação de crédito. O entendimento foi acolhido pelo BNDES, possibilitando a formalização do contrato e a execução dos recursos do Fundo Amazônia, em conformidade com as normas de responsabilidade fiscal e o ordenamento jurídico.

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