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PRIMEIRA - DAMA KARYNNE SOTERO

Primeira-dama do Tocantins reforçou ações de proteção às mulheres na abertura do CarnaPraça, em Palmas

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A primeira-dama do Tocantins, Karynne Sotero, levou o projeto Por Todas as Marias para a abertura oficial do CarnaPraça. O evento, promovido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), iniciou nessa sexta-feira, 13, na Praça dos Girassóis, em Palmas.

A primeira-dama destacou a importância de aliar cultura, lazer e responsabilidade social. O projeto Por Todas as Marias, iniciativa voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, contou com a presença de uma equipe no circuito da festa, onde houve a distribuição de panfletos informativos e orientações ao público, em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher (SecMulher).

A ação ampliou o alcance das políticas de proteção ao levar informações diretamente aos foliões e fortalecer a rede de apoio às mulheres em um ambiente festivo de grande circulação, reforçando a necessidade da prevenção ao assédio e a qualquer forma de agressão.

“O projeto Por Todas as Marias levou ao evento ações de prevenção e conscientização, reforçando que é possível promover uma festa bonita e animada sem abrir mão do respeito e da segurança das mulheres. Nosso compromisso é fortalecer a rede de proteção e garantir que todas possam aproveitar momentos como este com tranquilidade e dignidade”, afirmou Karynne Sotero.

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A foliã Tuani Melo, que participou do CarnaPraça, parabenizou a primeira-dama pela iniciativa e ressaltou a importância de ações voltadas à proteção das mulheres em eventos de grande público. Segundo ela, muitas mulheres ainda vivem com medo de iniciar um relacionamento, em razão de comportamentos possessivos que as tratam como propriedade. “O respeito é o que a gente preza. O público feminino não está apenas pedindo, está gritando por socorro. Por isso, projetos como o Por Todas as Marias são tão importantes”, declarou.

As abordagens realizadas ao longo da programação levaram informação e acolhimento às foliãs, reforçando que diversão e segurança precisam caminhar juntas.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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