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Povos indígenas do Tocantins foram homenageados nesta quinta-feira em sessão solene presidida pelo Deputado Gutierres Torquato

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A manhã desta quinta-feira, 27, foi marcada por homenagens e muita emoção na Sessão Solene em Homenagem aos Povos Indígenas, presidida e solicitada pelo deputado Gutierres Torquato.

“Conseguimos realizar um grande sessão solene, entendendo a importância social e cultural desses povos para o Tocantins. Temos que lutar cada vez mais pelos interesses de quem escreveu a nossa história e faz parte da nossa identidade. Não podemos aceitar governos retrógrados, que não escutam os anseios do povo. Devemos seguir o exemplo do Governo do Estado, que não só tem escutado a população, como tem dado voz efetiva. Somente assim podemos construir políticas públicas efetivas, que valorizam e preservam os nossos povos originários”, destacou o deputado Gutierres. Que afirmou ainda “junto com a secretária Narúbia e com o Governo do Estado do Tocantins, nós, como deputados vamos avançar e trabalhar para representar cada cidadão”.

A secretária dos Povos Originários e Tradicionais do Tocantins, Narúbia Werreria afirmou que o Tocantins vive um momento Histórico. “Nós estamos iniciando uma história única e uma oportunidade de avançar com todas as forças”, disse Narúbia. A secretária agradeceu também ao deputado Gutierres Torquato, autor do requerimento da sessão solene: Por muito tempo tentaram fazer com que nós não existíssemos mais, mas, nós existimos e resistimos. Agradeço ao presidente da sessão, deputado Guterres, que muito antes dessa sessão foi na minha casa e olhou nos meus olhos e prometeu que iria lutar pelos povos originários do Tocantins.

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A sessão foi cheia de homenagens e composta por mulheres indígenas fortes e de uma representatividade única. A primeira cacique mulher da aldeia Boa Esperança, de Lagoa da Confusão, Lucirene Behederu Javaé, foi homenageada. E também, a primeira servidora indígena da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, Vanessa Xerente, que em seu emocionante discurso destacou a importância da sua posição. “Eu sempre fui guiada pela curiosidade, com questionamentos, pelo anseio de transformar a importância da mulher indígena dentro da comunidade e da sociedade”, afirmou Vanessa.

No Estado do Tocantins, a presença dos povos indígenas é marcante, a população é estimada acima de 14 mil, com diversas etnias que habitam a região há séculos. São oito etnias existentes: Karajá, Xambioá, Javaé, Xerente, Krahô, Krahô Kanela, Apinajé e Avá-Canoeiro. Esses povos estão situados em diferentes regiões tocantinenses nas terras indígenas oficialmente demarcadas, como na região da Ilha do Bananal, que temos comunidades em Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão e Pium. Na região central como Miracema, Tocantínia, e por todo o Tocantins, como em Itacajá, Goiatins, Tocantinópolis, Maurilândia, Cachoeirinha.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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