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Perito e papiloscopistas do Tocantins participam de curso de identificação de vítimas de desastres

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Quarenta agentes de segurança pública, entre três um perito e dois papiloscopistas do Tocantins, concluíram nesta sexta-feira, 16, o 5º edição do Curso de Identificação de Vítimas de Desastre (DVI), realizado pelo Ministério da Justiça, por meio da Secretaria Nacional da Segurança Pública e da Força Nacional, no Distrito Federal.

O curso realizado ao longo da semana, reuniu profissionais de todos os estados da federação e do DF. Representando a Polícia Científica do Tocantins participaram o perito Cleudson de Araújo Correia e os papiloscopistas Georgeos Gemelli Herberts e Irandeli Evangelista Araújo.

“Na queda da Ponte Juscelino Kubitschek entre o Tocantins e o Maranhão, em dezembro do ano passado, a atuação da polícia científica foi fundamental e evidenciou o quanto devemos estar preparados para atuar em sinistros dessa natureza, que exigem uma resposta rápida, precisa e, sobretudo, humana. Cada identificação feita com responsabilidade, seguindo a ciência, representa um ato de respeito à vida e à memória das vítimas, e também de respeito aos familiares que querem dar uma despedida digna aos seus entes queridos”, destaca o superintendente de Polícia Científica da Secretaria da Segurança Pública, Edson Almeida.

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A formação é voltada a policiais civis, militares, bombeiros, peritos e papiloscopistas, que por meio de aulas teóricas e práticas, aprendem sobre o histórico, conceitos, classificações e considerações gerais de identificação de vítimas de desastres, além de como fazer a coordenação e o planejamento de ação, roteiro de busca e recuperação de corpos. Os participantes também estudam sobre medicina legal, DNA e odontologia forense. Os equipamentos e materiais que devem ser usados nesses resgates também são apresentados no curso.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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