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Naturatins encerra plano de monitoramento e fiscalização da Bacia do Rio Formoso com redução histórica de infrações

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) realizou a cerimônia de encerramento para apresentação do balanço das ações de monitoramento e fiscalização das captações da entressafra 2025 na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso. O encontro foi realizado nesta quarta-feira, 1°, na sede administrativa do órgão ambiental.

O balanço sobre a gestão do Rio Formoso revelou avanços significativos, com redução de mais de 90% no descumprimento das regras operacionais do plano.

Durante a reunião, foram divulgados os resultados referentes à redução de infrações, conformidade das vazões outorgáveis e do plano de revezamento, além das ações de fiscalização e monitoramento, níveis dos rios e avanços no Plano de Segurança Hídrica.

A ação integra o Plano de Segurança Hídrica de 2025, construído em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Ministério Público do Tocantins (MPTO), Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Associações de Produtores e Comitê de Bacia.

O presidente do Naturatins, Cledson Lima, destacou que os bons resultados são fruto da atuação integrada dos órgãos ambientais e da adesão dos usuários. “Esse foi um ano de equilíbrio na Bacia do Rio Formoso. O Naturatins, em parceria com a Semarh e demais instituições, atuou para garantir que as captações ocorressem em conformidade com os critérios estabelecidos. Os números mostram que a conscientização dos produtores evoluiu e que todos compreenderam seu papel na preservação dos recursos hídricos. Essa parceria foi essencial para alcançarmos resultados positivos”, afirmou.

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O gerente de Controle e Uso dos Recursos Hídricos do Naturatins, Mateus Chagas, destacou a expressiva queda nas infrações. “Apresentamos um balanço das ações de fiscalização e monitoramento na entressafra de 2025, com uma redução que partiu de 70% nas infrações de 2024, caindo para 4% este ano. Muitas ocorrências estavam ligadas à falta de informação, mas os usuários se adaptaram às regras. Esse avanço é resultado da colaboração entre Naturatins, Semarh, MPTO, PGE, Judiciário, associações e o Comitê de Bacia. É um aprendizado que levaremos para os próximos anos”, explicou.

O juiz e coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania Ambiental e Fundiário (Cejuscaf/TJTO), Wellington Magalhães, avaliou os resultados como um marco para a gestão hídrica da região. “Esse resultado reflete um avanço significativo após quase uma década de judicialização, demonstrando o cumprimento efetivo das medidas de segurança hídrica, com uma redução de mais de 90% no descumprimento das decisões. Isso mostra que os produtores rurais estão cada vez mais conscientes da importância de respeitar as regras de captação. A mudança de cultura entre os produtores é fundamental para avançarmos em uma gestão de alto nível. O dia de hoje [quarta-feira, 1º] é um marco que confirma que estamos no caminho certo em busca do equilíbrio entre atividade econômica, desenvolvimento social e proteção ambiental. Parabéns à gestão do Naturatins”, destacou.

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O promotor de Justiça do MPTO, Jorge Neto, ressaltou a importância da integração dos órgãos. “Ao acompanhar de perto as ações de fiscalização, percebi a dimensão ambiental e econômica da Bacia do Formoso. O sucesso só é possível com integração e comprometimento de todos os órgãos envolvidos”, afirmou.

A subprocuradora do Patrimônio Imobiliário da PGE, Ana Flávia Cavalcante, reforçou o protagonismo do Naturatins. “O sucesso de hoje [quarta-feira, 1º] é fruto do protagonismo do Naturatins. Pelo aspecto jurídico, ficou claro que o órgão assumiu seu papel de forma técnica e responsável, desde o início da demanda. O Naturatins sabe exatamente o que precisa fazer e aonde deve chegar”, afirmou.

O presidente da Associação do Rio Formoso, Nelson Moreira, destacou a atuação da equipe de fiscalização. “A equipe do Naturatins trabalhou com seriedade e imparcialidade. Foi um trabalho firme, mas ao mesmo tempo justo, que fortalece a confiança da comunidade”, pontuou.

Bacia do Rio Formoso

A Bacia Hidrográfica do Rio Formoso é uma das mais importantes do Tocantins e abrange 18 municípios, incluindo Pium, Cristalândia, Lagoa da Confusão, Dueré, Formoso do Araguaia, Gurupi, entre outros. A região tem forte relevância econômica para o estado, principalmente pela agricultura irrigada, e a gestão equilibrada da água é considerada estratégica para o desenvolvimento sustentável.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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