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Investimentos do Governo do Tocantins em tecnologia elevam conectividade das escolas estaduais para 89,1%, acima da média regional e nacional

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A rede estadual de Educação do Tocantins figura entre os estados com melhores índices de conectividade nas escolas públicas, segundo dados atualizados pela Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec) neste mês de janeiro. O índice de conectividade das escolas estaduais é de 89,1%, percentual superior à média da Região Norte (60,5%) e também acima da média nacional (69,7%).

De acordo com a metodologia da Enec, o índice geral de conectividade é calculado a partir da mediana de três critérios: energia elétrica adequada para a rede de internet, velocidade de internet compatível com as demandas pedagógicas e disponibilidade de Wi-Fi em condições satisfatórias para o uso educacional. Na rede estadual do Tocantins, 100% das escolas possuem energia adequada, 84,8% contam com velocidade de internet adequada e 82,5% dispõem de Wi-Fi compatível, compondo o indicador de 89,1% de conectividade. Atualmente a rede estadual conta com 463 escolas, das quais 432 já possuem acesso à internet.

A Enec é iniciativa do Governo Federal que articula ações entre União, estados e municípios para universalizar o acesso à internet de qualidade nas unidades de ensino. Os resultados refletem a adesão do Governo do Tocantins à estratégia nacional e os investimentos próprios realizados na área por meio do Profe Digital, iniciativa da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) que visa ampliar o acesso às tecnologias e elevar a qualidade do ensino ofertado.

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A evolução dos indicadores é resultado de um processo de reestruturação da infraestrutura tecnológica iniciado a partir de 2022, quando foi identificado um cenário crítico nas unidades escolares da rede estadual. Naquele período, apenas uma parcela reduzida das escolas dispunha de conectividade adequada, e os equipamentos existentes eram, em sua maioria, modems de uso residencial, com capacidade limitada a cerca de 20 conexões simultâneas, insuficientes para atender às demandas pedagógicas e administrativas das escolas.

A partir desse diagnóstico, a Seduc deu início a um amplo processo de modernização da infraestrutura de rede, com investimento de R$ 12.783.127,29 na aquisição de equipamentos de alta tecnologia e última geração, capazes de suportar até 1.024 conexões simultâneas.

Para o secretário de Estado da Educação, Fábio Vaz, os indicadores refletem uma estratégia consistente de fortalecimento da educação digital na rede estadual, com ações articuladas entre conectividade, infraestrutura e uso pedagógico das tecnologias.

“Os avanços na conectividade das escolas tocantinenses são resultado de uma política planejada e integrada, que une a adesão à Estratégia Nacional de Escolas Conectadas aos investimentos próprios do Estado por meio do Profe Digital. Estamos estruturando uma educação cada vez mais digital, com tecnologia a serviço da aprendizagem, da inovação pedagógica e da equidade”, afirmou Fábio Vaz.

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PROFE Digital

Além da participação na Enec, o Governo do Tocantins tem impulsionado a transformação digital da educação por meio do Profe Digital. A iniciativa tem a meta de universalizar o acesso às ferramentas digitais na rede estadual até 2027, ultrapassando 50 mil equipamentos entregues a estudantes, professores e escolas, além da implantação de laboratórios de ciências e Espaços Makers.

Entre as principais ações do Profe Digital está a entrega de 14 mil notebooks a profissionais da educação, com investimento de R$ 49 milhões, que beneficiou professores, coordenadores pedagógicos, orientadores educacionais e gestores escolares. Também foram distribuídos 15 mil Chromebooks a estudantes do ensino médio integral em 2023. A Seduc adquiriu ainda 97 mil licenças do Google for Education, ampliando o acesso a recursos educacionais digitais de alcance global.

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TOCANTINS

Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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