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“Produtos da Terra”

Grupo de Trabalho debate critério de elegibilidade para o subprograma “Produtos da Terra”

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A terceira reunião do Grupo de Trabalho (GT) do subprograma “Produtos da Terra” foi marcada pelo debate sobre os critérios de elegibilidade e indicadores que serão adotados para a escolha dos projetos que irão concorrer ao processo seletivo, através de edital público.
A reunião aconteceu na sala de reuniões da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics) e foi iniciada com uma apresentação de sugestões da Sics para os demais membros do GT que puderam fazer contribuições para a elaboração da proposta final.
Os critérios adotados serão divulgados em breve através de edital publicado no Diário Oficial e permitirá a participação das associações cooperativas e prefeituras. Segundo o economista da Sics, Marcondes Martins, essa é uma etapa importante para a transparência do subprojeto.
“Nessa etapa, o Grupo irá definir critérios objetivos de elegibilidade, para que não haja margem para futuros questionamentos em relação aos projetos que não tenham sido contemplados”, explica.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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