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Governo do Tocantins realiza Projeto Botinho para crianças em Barra do Ouro

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Estudantes do 4° e 5° ano do Ensino Fundamental, da Escola Municipal Berenice Neves de Brito, em Barra do Ouro, estão tendo um final de semana com muita diversão e aprendizado sobre primeiros socorros, noções de salvamento e cuidados com o meio ambiente. O conteúdo faz parte do Projeto Botinho, do Governo do Tocantins, executado pelo Corpo de Bombeiros Militar. O apoio vem do Consórcio Estreito  Energia (CESTE), e também da Prefeitura Municipal de Barra do Ouro.

A cidade está na Região Nordeste do Tocantins, cerca de 90 quilômetros de Araguaína. Esta é a primeira etapa do Projeto Brotinho, que começou nesta sexta-feira, 05, e termina no sábado, 06, de tarde. A realização da 2ª etapa será em Filadélfia, dias 12 e 13, e a 3ª etapa em Babaçulândia, dias 19 e 20 de julho. O Governo do Tocantins e o Corpo de Bombeiros Militar vão contemplar 100 crianças nesta edição. Em 2023, houve uma etapa, em Pedro Afonso.

“É um projeto em que visamos diminuir o número de afogamentos, preservar o meio ambiente e promover conhecimento para essas crianças. Nós sabemos que o melhor remédio para evitar um afogamento é a prevenção. Então é necessário a gente instruir as crianças na idade de 08 a 12 anos”, afirmou o tenente-coronel Sidmarcos Pereira de Mesquita, comandante do 2° Batalhão de Bombeiros Militar, em Araguaína e gerente do Projeto. “A educação ambiental tem que ser inserida na rotina da criança nos primeiros anos de vida, porque ela cresce com essa cultura. Esse projeto só vem a agregar conhecimento”, completou.

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A recreação e as instruções sobre primeiros socorros e noções de salvamento são ministradas pelo cabo Eglison  Abade, com apoio de dois soldados do 2° BBM.

O primeiro dia das atividades é na sala de aula, com a parte lúdica, pedagógica e recreativa. O segundo dia será na Praia do Ouro, cerca de três quilômetros da escola, e bem frequentada pela população em geral, sobretudo as crianças que vão em busca de diversão. E nisso, sempre tem os riscos que ameaçam a todos.

No Projeto Botinho, com as informações do Corpo de Bombeiros Militar, as crianças passam a ser agentes de orientação da comunidade local, além de ela mesma, estar instruída e consciente dos perigos de quem vive à beira dos rios ou frequenta os apenas na temporada de férias.

 “O Projeto Botinho alcança tanto as crianças como adultos, promovendo segurança aos turistas na nossa temporada de veraneio. A criança é, na verdade, uma grande ferramenta para auxiliar nossos métodos de prevenção, replicando conhecimento para o turista no momento de lazer, dizendo a ele sobre o horário que pode entra na água, o que não fazer, como guardar o lixo para preservar o meio ambiente, e tendo noções de primeiros socorros, caso alguém tenha algum problema, elas vão estar aptas para auxiliar, ou simplesmente, ligar de forma correta para o Corpo de Bombeiros Militar, pelo 193”, explicou Sidmarcos Mesquita.

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Na temática ambiental, técnicos do CESTE usam materiais pedagógicos como panfletos ilustrados, maquete e realizam palestra para a turma. O método busca atrair a atenção das crianças e fazer com que o conteúdo ensinado seja como semente em solo fértil,  sendo replicado em todas as partes.

“O projeto traz a questão da formação do cidadão mirim com um viés ecológico, e o CESTE vê a questão de cuidar da natureza, ter essa sensibilidade, formar um cidadão para que no futuro, realmente possa ter essa preservação do nosso meio ambiente”, afirmou Ghirza Carvalho, analista de  sócio-economia do Consórcio, que também falou sobre descarte de lixo no período de praia, uso adequado das áreas de preservação terminantemente e monitoramento  das espécies quelônios e ariranhas.

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MPE pede indeferimento do registro de Gaguim ao Senado; defesa afirma que documentação já foi entregue

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu neste domingo, 23, o indeferimento do registro de Carlos Gaguim ao Senado pelo Tocantins. O pedido está relacionado a pendências na documentação apresentada pelo candidato e não à existência de causa de inelegibilidade.

No parecer encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), o procurador regional eleitoral Rodrigo Mark Freitas afirma que a análise dos documentos não identificou nenhuma das causas de inelegibilidade previstas na Lei Complementar nº 64/1990.

A Procuradoria apontou problemas em uma certidão relativa a processo da Justiça Federal, que não teria assinatura nem código para conferência de autenticidade. Também cobrou certidões de objeto e pé de dois processos relacionados ao candidato no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o MPE, a apresentação de decisões isoladas desses casos não substitui os documentos exigidos pela legislação eleitoral.

O próprio parecer ressalta, contudo, que a documentação faltante ainda pode ser apresentada durante a fase ordinária do processo. Caso os documentos sejam juntados e não indiquem irregularidades, a pendência poderá ser considerada sanada.

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O pedido do MPE não equivale ao indeferimento da candidatura. O registro de Gaguim ainda depende de julgamento pela Justiça Eleitoral.

A equipe jurídica de Gaguim informa que os documentos e certidões solicitados pelo Ministério Público Eleitoral já foram apresentados e estão à disposição da Justiça Eleitoral para análise.

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