GURUPI

Governo do Tocantins

Governo do Tocantins realiza III Seminário de Educação Integral em Tempo Integral e reforça compromisso com ensino de qualidade

Publicado em

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), promove nos dias 8 e 9 de outubro de 2025, o III Seminário de Educação Integral em Tempo Integral, na Escola Estadual Elizângela Glória Cardoso, em Palmas. O seminário tem como objetivo fortalecer o Plano de Expansão da Educação Integral no Estado.

Voltado para gestores escolares, coordenadores pedagógicos, assessores, técnicos da Educação Integral e dirigentes municipais, o seminário oferece um espaço para formação, troca de experiências e integração das equipes da rede estadual. A programação inclui palestras, oficinas e rodas de conversa sobre temas estratégicos da Educação Integral.

A superintendente de Educação Básica da Seduc, Celestina Souza, destacou a importância do encontro. “Os nossos estudantes, estando nas escolas em tempo integral, têm a oportunidade de aprender mais. A ideia aqui no seminário é aprofundar mais a visão sobre o ensino em tempo integral, para garantir a aprendizagem dos nossos estudantes”, afirmou.

O diretor de Educação Integral e Jornada Ampliada, Leandro de Souza Vieira, ressaltou os desafios do modelo. “O seminário de adesão às escolas em tempo integral para 2026 tem papel fundamental no fortalecimento da política educacional. Ele oportuniza que diretores e coordenadores pedagógicos das escolas potenciais compreendam a concepção da escola em tempo integral dentro do contexto de seus municípios. Com esse entendimento, as equipes escolares poderão retornar às suas comunidades e conduzir a consulta pública, avaliando de forma participativa se a implementação da política de tempo integral contribuirá para o desenvolvimento da aprendizagem e o fortalecimento do projeto de vida dos estudantes”, comentou.

Leia Também:  Wanderlei Barbosa se torna o primeiro governador a levar acesso gratuito à internet para comunidades indígenas do Tocantins

Lucileide de Souza Silva, coordenadora pedagógica do Colégio Militar Otacílio Marques Rosal, de Cristalândia, comentou sobre os benefícios da jornada ampliada. “Temos a jornada ampliada, que garante melhor aprendizado, pois os estudantes têm mais tempo para realizar suas atividades escolares, inclusive elaborar e melhorar seus projetos de vida”, destacou.

Ana Cláudia Nunes Santana, diretora do Colégio Estadual Angélica Ribeiro Aranha, de Porto Nacional, que veio conhecer o modelo, comentou. “Viemos aprender sobre o funcionamento de uma escola em tempo integral. Nesse modelo, o período dos estudantes fica mais completo para o ensino e aprendizagem, evitando que eles fiquem fora da escola de forma ociosa”, pontuou.

Maria Medeiros, consultora pedagógica do Instituto Sonho Grande (ISG), proferiu a palestra A escola que prepara para a vida. Ela convidou todos a participarem e acreditarem no trabalho. “Nós estamos aqui e temos um papel importante. Então, a gente precisa, sim, abrir o coração, estar atento, mas tem muito mais a ver com os estudantes que serão impactados positivamente pela política pública de educação integral em tempo integral. Então, que a gente consiga sair daqui inspirados, animados e seguimos juntos”, concluiu a palestrante.

Leia Também:  Fiscalização intensiva da Agência de Metrologia fortalece relações comerciais no Tocantins

O seminário reafirma o compromisso do Governo do Tocantins com uma educação pública de qualidade, que valoriza o protagonismo dos estudantes e fortalece as escolas como espaços de formação integral para a vida.

Advertisement

TOCANTINS

Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

Published

on

O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

Leia Também:  Agência de Metrologia informa sobre a nova regulamentação e sobre a mudança da validade de verificação de taxímetros

 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

Leia Também:  Escritório Social forma egressos do Sistema Penal no curso de Eletricista Residencial

 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA