GURUPI

Governo do Tocantins

Governo do Tocantins dá início à fase presencial do Curso de Habilitação de Oficiais da Administração do CBMTO, em Palmas

Publicado em

Começou oficialmente nesta sexta-feira, 17, a fase presencial do Curso de Habilitação de Oficiais de Administração (CHOA), ofertado pelo Governo do Tocantins, por meio do Corpo de Bombeiros Militar. A turma conta com 42 alunos, que representam todas as Unidades Operacionais da Corporação. O evento aconteceu no Auditório do Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos.

O comandante-geral do CBMTO, coronel Peterson Queiroz de Ornelas, deu as boas-vindas aos bombeiros em sua fala, ressaltando a importância desta nova fase de estudos preparatórios. Ele destacou que a formação da turma é fundamental para apoiar a parte administrativa e o gerenciamento de ações e operações do Corpo de Bombeiros Militar e agradeceu o governador Wanderlei Barbosa.

“O investimento na qualificação do bombeiro militar é uma prioridade para nós, assim como as questões relacionadas à especialização e ao desenvolvimento de carreira. O Curso de Habilitação de Oficiais traz informações, orientações e instruções valiosas, especialmente neste momento de transição. Os alunos deixarão uma área de execução intensa para assumir papeis de coordenação e gerenciamento, atuando como chefes de seções e/ou subcomandantes de Unidades. Essa formação é essencial para prepará-los a nos apoiar na atividade meio, como na administração pública”, enfatizou o coronel Ornelas.

“Em nome do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins, agradeço ao Governador Wanderlei Barbosa pelo apoio na realização do Curso de Habilitação de Oficiais de Administração. Sua visão e comprometimento com a formação de nossos oficiais são fundamentais para aprimorar nossa atuação e garantir um serviço de excelência à população. Agradecemos por investir na capacitação de nossos bombeiros e por acreditar em nosso potencial”, concluiu o comandante.

Leia Também:  Secult participa da Festa da Colheita a partir desta sexta-feira, 13, no povoado Mumbuca

Esse caminho é traçado com total apoio da Academia de Formação Bombeiro Militar (AFBM), ligada a Diretoria de Ensino do CBMTO, e tem duração de 37 semanas, 21 disciplinas e uma carga horária de 1.071 horas/aula. Iniciado em agosto de 2024, na forma de Ensino À Distância, o CHOA terá foco, a partir de agora, nas ações práticas.

Durante o Curso, os próprios bombeiros militares do CBMTO executam as ações como instrutores e monitores, compartilhando informações, instruções e experiências com demais.

“O CHOA é um marco muito importante para a instituição, pois esta é uma turma que veio desde soldado, com Curso de Formação Bombeiro Militar e hoje está fazendo essa mudança de ciclo. Então, os conhecimentos que eles estão recebendo e as experiências vão ser o diferencial para a instituição ao longo dos próximos anos, pois além da formação, eles vão estar atuando e influenciando os que estão vindo após eles”, pontuou o tenente-coronel Clóvis Eduardo Carneiro, diretor da ABM.

Poder de decisão

Na abertura oficial, o major Igor Bacelar, subcomandante do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS), do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), ministrou palestra aos participantes, com o tema Poder e Processo Decisório. O major é rico em experiência, tendo participado em diversas operações, a exemplo do Rio Grande do Sul, no ano passado, entre outras.

Leia Também:  Seciju capacita servidores do sistema socioeducativo em comunicação assertiva

“O poder de decisão é algo que nós oficiais estamos sendo submetidos a todo o tempo, e em algumas situações essa necessidade vem em frações de segundo. Para que a gente consiga realizar isso da melhor maneira possível, a gente tem que adquirir muita prudência para que nossos atos reflitam naquilo que a gente se propôs a fazer, que é salvar e servir ao nosso país”, relatou o major Igor, que ainda esteve em outro encontro com a turma do CHOA.

Um dos integrantes da turma, o Aluno do CHOA Antônio Audro de Sousa Silva, afirmou que o momento é de grande aprendizado e de importância para a carreira dele. “É um momento que a gente está aprendendo novas disciplinas e novos conteúdos. E que pra nós, que iniciamos a carreira como alunos-soldados, e percorremos na carreira até aqui, de cabo a subtenente, é outro momento de extrema importância em nossas vidas. A gente espera passar por esse processo da melhor forma, aprendendo o máximo para poder aplicar esses novos conhecimentos na função do oficialato”, concluiu.

Advertisement

TOCANTINS

Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

Published

on

O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

Leia Também:  No Dia Internacional de Combate às Drogas, senador Eduardo Gomes recebe agradecimento da Fazenda da Esperança
Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA