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Governador Wanderlei Barbosa ressalta que Conselho da Federação vai permitir cuidar melhor da população

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O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, participou nesta quarta-feira, 25, em Brasília/DF, de uma cerimônia realizada no Palácio do Planalto, destinada à instalação do Conselho da Federação, uma iniciativa que fortalecerá a participação dos municípios brasileiros nos processos decisórios das políticas de desenvolvimento do país. O evento contou com a presença do Presidente da República, dos ministros de Estado, de governadores e representantes dos municípios de todo o Brasil.

O Conselho da Federação foi criado pelo Decreto da Presidência da República n° 11.495/2023, que estabelece um espaço institucional para a promoção do diálogo e da cooperação entre os níveis de Governo Federal, estadual, distrital e municipal. O órgão espera obter como resultados pactuar compromissos políticos necessários ao desenvolvimento econômico e social sustentável, bem como para superar as desigualdades ainda presentes no Brasil.

Durante o evento, as autoridades enfatizaram a importância do espaço estabelecido para os municípios no Conselho da Federação, que participarão da gestão de forma igualitária com os demais entes federados. O governador Wanderlei Barbosa destacou que a iniciativa vem ao encontro da forma como o Governo do Tocantins atua com os municípios.

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“Em um país com dimensões continentais como o Brasil, as necessidades dos municípios são muito distintas entre as regiões. Até mesmo dentro dos estados, encontramos prioridades diferentes. Essa iniciativa criará um espaço para que as políticas públicas sejam mais eficazes, pois, antes de tudo, vão considerar as diferentes realidades. O Conselho da Federação vai nos permitir cuidar melhor da nossa população”, afirmou o Governador.

Wanderlei Barbosa também solicitou, ao Conselho, que priorize os debates sobre o repasse de recursos e ainda falou sobre a necessidade de criação de um calendário. “Eu fui vereador cinco vezes e sei quais são as preocupações dos municípios e, hoje, a preocupação é que haja um calendário para o repasse desses recursos e quero pedir que esse Conselho debata esse assunto com prioridade. Os grandes temas nacionais são essenciais, mas levam tempo e eu acredito que não podemos abrir mão das coisas pontuais”, concluiu.

Atividades do Conselho

O Conselho da Federação terá natureza consultiva, cujas decisões ocorrerão por consenso, subsidiadas pelos debates e pelas propostas no âmbito de câmaras técnicas, integradas por representantes dos seus membros. Estão previstas reuniões semestrais do Plenário, podendo o Presidente da República, que preside o Conselho, ou a maioria dos seus membros, convocar reuniões extraordinárias.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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