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Convenção Coletiva do Comércio 2024/2026 é fechada

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Documento foi acordado e será encaminhado para homologação no MTE

A negociação entre Sindicatos Laborais e Empresariais do Comércio, realizada ontem, 13, na sede da Fecomércio Tocantins, definiu os termos da Convenção Coletiva do Comércio 2024/2026. O documento tem vigência de dois anos e, quando publicado, terá caráter retroativo a data-base de 1º novembro de 2024.

O piso da categoria foi negociado em R$ 1.560,00 (um mil quinhentos e sessenta reais) e o reajuste será de 5% para aqueles que recebem salário superior ao piso salarial vigente.

Para o presidente da Fecomércio, Itelvino Pisoni, a negociação leva em consideração as necessidades das empresas de modo geral, já que são grandes propulsores da economia. “Este ano todos os sindicatos empresariais se uniram para que pudéssemos negociar e tratar de pontos importantes para o dia a dia dos empresários. Nesta negociação buscamos principalmente amenizar os impactos do aumento de mais dois novos feriados, negociando alternativas para a abertura do comércio em geral, pois sabemos o quanto o fechamento impacta a rotina e o financeiro de uma empresa”, afirmou Pisoni.

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Sobre a Convenção Coletiva
A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) é o documento legal que regulamenta os direitos e deveres nas relações de trabalho. Este documento é acordado entre os Sindicatos Empresariais do Comércio (que representam os empresários) e os Sindicatos Laborais (que representam os trabalhadores), justamente por buscar um equilíbrio nessa relação. Na Convenção são estipulados itens como jornada de trabalho, reajustes financeiros, condições de trabalho e outros.

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Dorinha garante apoio federal para plano integrado de desenvolvimento do Matopiba

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Presidente da Frente Parlamentar Mista do Matopiba, a senadora Professora Dorinha defende planejamento regional com investimentos em infraestrutura, logística, geração de oportunidades e melhoria da qualidade de vida.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional dará apoio institucional à elaboração do Plano de Desenvolvimento Integrado do Matopiba. O avanço é resultado das agendas conduzidas em Brasília pela senadora Professora Dorinha (União), presidente da Frente Parlamentar Mista do Matopiba, para organizar prioridades e ampliar os investimentos nos estados que compõem a região.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, comunicou nesta segunda-feira (20) o posicionamento favorável das equipes técnicas da pasta. A manifestação ocorreu após agendas conduzidas por Dorinha em Brasília, ao lado da secretária extraordinária do Matopiba, Amanda Sobreira, no final de maio. A senadora apresentou ao secretário-executivo do Ministério, Valder Ribeiro, a necessidade de um planejamento capaz de reunir políticas de infraestrutura, logística, desenvolvimento econômico e melhoria das condições de vida da população.

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“O Matopiba precisa ser tratado de acordo com a dimensão estratégica que representa para o Brasil. Queremos construir um plano que organize prioridades, oriente os investimentos e transforme o crescimento econômico em emprego, renda, infraestrutura e qualidade de vida para quem mora na região”, afirmou Dorinha.

A proposta prevê estudos técnicos, planejamento estratégico e integração entre o Governo Federal, o Congresso Nacional, estados e municípios. Com localização estratégica e capacidade institucional, Palmas deverá exercer o papel de centro articulador e administrativo desse processo.

Dorinha também defendeu que a condução das políticas relacionadas ao Matopiba seja transferida para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. A mudança conta com o apoio de parlamentares e governadores dos estados que integram o território e busca ampliar a capacidade de execução das ações. “Estamos propondo uma estrutura que consiga integrar diferentes ministérios e tirar os projetos do papel. A região precisa de planejamento, orçamento e capacidade de execução”, explicou a senadora.

Fórum Matopiba
Outro projeto em construção é a realização do Fórum Matopiba, em Palmas. O encontro deverá reunir prefeitos, governadores, investidores, representantes do setor produtivo e instituições públicas para discutir os desafios regionais e apresentar oportunidades de investimento.

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