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Chamamento seleciona produções audiovisuais do Norte e Centro-Oeste para catálogo do Itaú Cultural Play

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A Secretaria da Cultura do Tocantins (Secult) divulga aos realizadores e produtores do audiovisual o Chamamento Itaú Cultural Play para produções audiovisuais do Centro-Oeste e do Norte do Brasil. A iniciativa é promovida pela Fundação Itaú, com articulação da Agência Carreira Solo Produções, e tem como objetivo ampliar a presença de obras dessas regiões no catálogo da plataforma de streaming Itaú Cultural Play.

O chamamento é direcionado exclusivamente a obras audiovisuais produzidas nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. Podem participar curtas, médias ou longas-metragens, séries ou webséries, documentais ou de ficção, sem restrição de tema, gênero narrativo ou data de realização.

A ação tem como finalidade mapear e licenciar até 20 obras finalizadas para exibição na plataforma gratuita Itaú Cultural Play, com lançamentos previstos ao longo de 2026 e 2027. A curadoria considerará critérios como originalidade artística, uso da linguagem audiovisual, capacidade criativa de abordagem de personagens e realidades, além do diálogo das obras com seus territórios de origem.

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As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por pessoas físicas ou jurídicas detentoras dos direitos das obras, por meio de formulário on-line. O período de inscrição segue aberto até as 18h do dia 23 de abril de 2026.

No ato da inscrição, é necessário disponibilizar materiais como ficha técnica, minibiografia do realizador, sinopse e link válido para visionamento da obra. As produções selecionadas serão contatadas diretamente pela equipe da Itaú Cultural Play para negociação de licenciamento, que será de caráter não exclusivo.

A Secult reforça a importância da participação de realizadores tocantinenses e das regiões contempladas, destacando que a iniciativa contribui para a circulação, difusão e fortalecimento do audiovisual produzido fora dos grandes centros.

Mais informações:

Acesse o regulamento completo clicando aqui.

Formulário de inscrição Chamamento: https://itaucultural.formstack.com/forms/chamamento_audiovisual_centrooeste_norte

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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