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Adapec e Embrapa avançam em parceria na defesa agropecuária no Tocantins

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A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) e a Embrapa Pesca e Aquicultura realizaram, na tarde desta segunda-feira, 27, na sede da (Adapec) em Palmas, mais uma rodada de reuniões que visam a troca de parcerias de informações e de pesquisas para o fortalecimento do sistema de defesa agropecuária no Tocantins.

Após a última reunião ocorrida em março, o presidente da Adapec, Rodrigo Guerra e o chefe-geral da Embrapa, Roberto Flores promoveram mais este encontro para definirem com as equipes técnicas dos dois órgãos, um plano de ação que amplie a parceria entre as duas instituições na defesa agropecuária animal e vegetal.

Durante o encontro foi apresentado pela Adapec, dados relativos ao controle sanitário na piscicultura realizado pela Agência destacando o potencial do Estado nesta atividade e a necessidade de alinhamento de ações com órgãos de pesquisa para a defesa sanitária desta atividade que vem crescendo no Estado.

“A Adapec já possui uma parceria com a Embrapa em algumas ações de defesa sanitária, e o que estamos discutindo, é a ampliação desta parceria para outros programas de defesa animal e vegetal, que possibilite o fortalecimento agropecuário do Tocantins,” destacou o presidente da Adapec, Rodrigo Guerra.

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Como prioridade, foi definido que as equipes técnicas das duas instituições deverão elaborar nos próximos dias, planos de trabalho nas ações definidas para a ampliação da colaboração técnica entre Adapec e Embrapa.

Participaram da reunião como representantes da Adapec: o presidente, Rodrigo Guerra, o diretor de defesa, inspeção e sanidade animal, Márcio Rezende, o diretor de defesa, inspeção e sanidade vegetal, Alexsandro Arruda Farias, o gerente de Carlos César Barbosa, o gerente de sanidade vegetal, Marley Camilo, o responsável técnico pelo programa estadual de sanidade dos animais aquáticos, Elias Mendes, a gerente de avaliação, controle e fiscalização vegetal, Lidiana Lira. Representaram a Embrapa: o chefe-geral, Roberto Flores, a chefe-adjunta de pesquisa e desenvolvimento, Patrícia Chicrala, o chefe-adjunto de administração, Luciano Rocha, o chefe-adjunto de transferência de tecnologia, Pedro Alcântara e a pesquisadora em sanidade de espécies aquícolas, Patrícia Maciel.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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